Não podemos aceitar que Portugal continue a ser o segundo país da União Europeia onde as contribuições familiares têm mais peso no orçamento estudantil. Dia 28 de Outubro é o tempo de dizer basta.
Os estudantes foram mal planeados pelo próprio capital, excedendo-se na sua própria produção. E agora, tentam convencê-los a continuar a investir num sistema que os precariza, aliena e os transforma em instrumentos de uma lógica que os explora.