Num país em que um patrão pode despedir uma mulher porque está grávida, em que as mulheres são ainda mais discriminadas nos contratos de trabalho, em que um parceiro de governo fala sem cessar na importância da família, o primeiro ministro acaba de anunciar cortes que podem ir até 15 por cento no subsídio de maternidade depois de ter prometido que novas medidas de austeridade não seriam necessárias tão cedo. "Portugal não é um país para grávidas", concluiu a eurodeputada Marisa Matias na sua crónica semanal no programa Conselho Superior da Antena Um.
“Este país não é para grávidas”
29 de junho 2012
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