wikibreves

p { margin-bottom: 0.21cm; }a:link { }

Hosni Mubarak disse a Dick Cheney, o ex-vice-presidente dos EUA,"três ou quatro vezes" para não depor Saddam Hussein, de acordo com telegramas divulgados pela WikiLeaks. Foi em Dezembro de 2008: "vocês não serão capazes de sair e vão afogar-se no Iraque" disse aos diplomatas EUA.

p { margin-bottom: 0.21cm; }a:link { }

Fontes próximas/dissidentes da WikiLeaks vieram a público defender que as revelações prometidas, ao que tudo indica sobre o Bank of America, não são de facto bombásticas ou sequer actuais. Julian Assange terá concordado. Mas pergunta-se já por aí: nesse caso, para quê tanto empenho dos bancos em prepararem-se para o "ataque"?...

p { margin-bottom: 0.21cm; }a:link { }

Telegramas divulgados pela WikiLeaks comprovam que o FBI treinou o exército egípcio, ciente de denúncias de práticas de tortura, brutalidade e perseguição política de opositores de Hosni Mubarak.

p { margin-bottom: 0.21cm; }a:link { }

Sadad al-Husseini, ex-vice-presidente executivo de Exploração e Produção da Saudi Aramco, que mantém laços estreitos com os executivos da companhia, acredita que a petrolífera saudita tem sobrestimado a sua capacidade de aumentar a produção e será incapaz de alcançar o objectivo declarado de 12,5 milhões de barris por dia, de forma sustentável, até 2009. Isto poderia aumentar o preço do petróleo, uma das maiores preocupações dos EUA.

p { margin-bottom: 0.21cm; }a:link { }

Greg Mitchell publica um blogue sobre a WikiLeaks no site do The Nation, e é provavelmente a melhor fonte para quem queira acompanhar o assunto de perto. A propósito do lançamento do livro The Age of WikiLeaks, o primeiro a ser editado sobre a saga, dá uma entrevista ao Business Insider, focada sobretudo na relação com o jornalismo.

p { margin-bottom: 0.21cm; }a:link { }

Bjorn Hurtig, advogado de Julian Assange no processo na Suécia, testemunhou na audição em curso em Londres. Entre outras coisas, enumera falhas processuais, que põem em causa o direito a um julgamento justo e isento, e denuncia factos que indiciam vontade de "vingança" e interesses pessoais das alegadas vítimas.

p { margin-bottom: 0.21cm; }a:link { }

Telegramas de Agosto de 2008 divulgados pela WikiLeaks mostram que o actual vice-presidente egípcio, apontado como o sucessor natural de Hosni Mubarak, agrada aos israelitas.

p { margin-bottom: 0.21cm; }a:link { }

A equipa de advogados de defesa de Julian Assange recorreu a uma aplicação no Facebook para recolher fundos para as despesas legais.

p { margin-bottom: 0.21cm; }a:link { }

Quem censura a Internet e quanto? Essa pergunta é feita pela OpenNet, e os resultados da sua pesquisa podem ser lidos aqui.

p { margin-bottom: 0.21cm; }a:link { }

O diário gratuito espanhol 20 Minutos, que começa hoje a divulgar telegramas da WikiLeaks, publicou um A a Z sobre a WikiLeaks.

p { margin-bottom: 0.21cm; }a:link { }

Um documento publicado pela Força Aérea dos EUA diz expressamente que aceder, mesmo por meios legais, a informação classificada continua a constituir crime, pelo que qualquer cidadão americano, sobretudo soldados ou familiares, pode enfrentar processos legais apenas por consultar material publicado pela WikiLeaks.

p { margin-bottom: 0.21cm; }a:link { }

Os acordos de extradição europeus sujeitam milhares de pessoas a processos injustos todos os anos. Os tribunais nacionais vêem-se impedidos de rectificar casos de injustiça flagrante (um dos exemplos é de um cidadão britânico extraditado para Portugal no ano passado). A sentença de Julian Assange ainda não é conhecida, mas o caso é apenas a ponta do icebergue.

p { margin-bottom: 0.21cm; }a:link { }

A WikiLeaks lançou um portal para manter uma conferência de imprensa on-line contínua, com jornalistas e público em geral em pé de igualdade. Vídeos, chats e discussões nas redes sociais serão publicados, e toda a gente é convidada a participar através do Twitter (hashtags #wlquest e #wldiscuss) e do email [email protected].

p { margin-bottom: 0.21cm; }a:link { }

O convite é da WikiLeaks, e enquadra-se na ideia de que a solidariedade activa pode e deve fazer parte do nosso quotidiano. Em todo o mundo, jantamos e conversamos com os nossos amigos, e na quarta-feira, dia 9, estamos convidados para um jantar global de solidariedade com Julian Assange e a WikiLeaks, em nome da liberdade de expressão. Quem quiser aproveitar para contribuir para o fundo de defesa recebe uma password que dá direito a um brinde em vídeo… com Julian Assange.

p { margin-bottom: 0.21cm; }a:link { }

"o site Foreign Policy, que trata de relações internacionais, publicou um excelente artigo de Tim Wu, professor de advocacia da Universidade de Columbia e defensor da liberdade de expressão." (via Natália Viana)

p { margin-bottom: 0.21cm; }a:link { }

A polémica em torno da WikiLeaks tem-se centrado sobretudo na pessoa de Julian Assange e na legitimidade de comunicar fugas de informação, e não no conteúdo divulgado. Os jornais têm alimentado esta dinâmica, demonstrando que há muito se regem pela máxima de "as mentiras devem ser protegidas e a verdade considerada crime."

p { margin-bottom: 0.21cm; }a:link { }

No rescaldo do assassinato do David Kato, o El Pais recorre aos telegramas da WikiLeaks para demonstrar que a perseguição aos homossexuais em África se estende a vários países. Os líderes esforçam-se, por um lado, por aparentar empenho em abraçar valores "ocidentais" e, por outro, não hesitam em recorrer à homofobia mais violenta para fins políticos.

p { margin-bottom: 0.21cm; }a:link { }

"Um importante advogado constitucional nos EUA disse-me que se Manning ou Assange forem processados, os efeitos para o jornalismo seriam terríveis. Quer dizer que qualquer jornalista poderia ser acusado de conspiração ou espionagem para silenciá-lo." A aparição da Wikileaks "Expõe os média por aquilo que são, uma extensão do poder corporativo." Ler aqui.

p { margin-bottom: 0.21cm; }a:link { }

A proposta seria do príncipe Saudí Turky Al Faisal, ex-director dos serviços secretos e um dos homens na Arábia que mais conhece Bin Laben. Os países implicados eram os EUA, a Arábia Saudita, a Rússia, a China, o Paquistão e o Afeganistão. No documento vê-se a preocupação sobre os serviços secretos do Paquistão que poderiam estar a fazer um jogo duplo e ao mesmo tempo que dizem colaborar com EUA ajudam os Talibãs.

p { margin-bottom: 0.21cm; }a:link { }

Os media têm-se concentrado mais em Julian Assange do que nas informações disponibilizadas pela WikiLeaks, mas o impacto do trabalho da organização é irreversível. Dar aos cidadãos os meios de escrutinar o que é dito e feito em seu nome será por ventura o efeito mais revolucionário da iniciativa, e é de esperar que os estados reajam. Porém, a tecnologia está aí e não há como pará-la.