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Os trabalhadores decidiram fazer greve ao trabalho suplementar como resposta. O sindicato diz que é inaceitável e sublinha que “a Câmara recebe do Estado para ter os trabalhadores a exercer as funções nas escolas”.

Trabalhadores dizem que a administração ameaçou deslocalizar a fábrica para Marrocos se fizessem greve. A resposta foi uma adesão de 80% a esta luta pelo aumento salarial e do subsídio de refeição, criação de diuturnidades e o pagamento do trabalho ao sábado e feriado como trabalho suplementar.