Jerónimo Martins

A campeã da desigualdade é a Jerónimo Martins com um fosso salarial em que o presidente executivo ganha 260 vezes mais do que os trabalhadores.

O grupo faturou, até setembro, 22,5 mil milhões, o que representa um aumento de 22% face ao ano passado. Lucros registados neste período foram de 558 milhões. Pingo Doce, com ”desempenho robusto”, cresceu 8,6%.