Global Sumud Flotilla

Os onze membros da caravana humanitária para Gaza detidos em território da Líbia, entre os quais uma cidadã portuguesa, continuam a ver negado apoio legal. Dez dos detidos estão em greve de fome há quatro dias.

Os ministérios dos negócios estrangeiros dos países que agora se mostram indignados bem podiam reservar um dia por semana aos embaixadores israelitas para lhes pedirem contas sobre todas as violações de direitos humanos e crimes que são cometidos em Gaza, na Cisjordânia e no Líbano. Publicado no blogue Meu Mundo Minha Aldeia.

José Manuel Rosendo

O ministro israelita Itamar Ben-Gvir voltou a humilhar ativistas sequestrados ilegalmente em águas internacionais. Governo português condena “comportamento intolerável” e o Bloco vai apresentar um voto de condenação no Parlamento.

54 embarcações da flotilha humanitária estão a ser cercadas e intercetadas a 250 milhas náuticas de Gaza, perto de Chipre. Dois portugueses a bordo de um dos barcos foram sequestrados por Israel. Bloco pressiona Rangel para exigir libertação.

Os ativistas sequestrados ilegalmente por Israel e mantidos por mais de uma semana numa prisão foram deportados este domingo. Dezenas de barcos da flotilha juntam-se na Turquia.

Joana Rocha foi uma das ativistas da flotilha humanitária detida ilegalmente em águas internacionais por Israel. De regresso a Portugal, condena o silêncio do Governo e acusa o estado grego de participar no sequestro.

Saif Abu Keshek e Thiago Ávila continuam presos em regime de isolamento e em greve de fome. O ativista de origem palestiniana passou a recusar-se a ingerir água, enquanto o brasileiro pode ainda desconhecer que a sua mãe faleceu esta terça-feira em Brasília.

O tribunal de Ashkélon acedeu ao pedido de um representante do serviço de informações Shin Bet para alargar por mais seis dias a detenção de Thiago Ávila e Saif Abu Keshek, os ativistas sequestrados pelos militares israelitas ao largo da Grécia.

Iniciativa apresentada no Parlamento propõe que o Governo português exija a libertação imediata de Thiago Ávila e Saif Abu Keshek, que continuam em greve de fome e a sofrer abusos numa prisão israelita.

O ataque israelita à nova flotilha que juntou mais de mil ativistas ocorreu esta madrugada em águas internacionais perto da ilha grega de Creta, Catarina Martins exige uma condenação por parte dos governos europeus a esta ação de Israel.

Os 145 participantes desta nova expedição humanitária relatam abusos generalizados por parte das autoridades israelitas.

Nove barcos foram intercetados em águas internacionais e cerca de 145 ativistas sequestrados em condições desconhecidas, denunciam os movimentos que organizaram a missão humanitária. O governo turco diz que é um “ato de pirataria”.

A nova flotilha zarpou um dia depois de as forças navais israelitas terem atacado e apreendido os mais de 40 barcos da Global Sumud Flotilla, Entre os onze navios está o Conscience, que transporta 90 participantes, incluindo pessoal médico e jornalistas de 26 países.

À medida que os integrantes da flotilha humanitária regressam aos seus países, são relatados mais episódios de abusos dos militares israelitas na prisão. ONU quer investigação.

À chegada ao aeroporto de Lisboa, os quatro ativistas portugueses da flotilha para Gaza foram recebidos por uma multidão. Voltaram a relatar os maus tratos na prisão israelita e reiteraram a vontade de continuar a lutar por uma Palestina livre.

Nas suas primeiras declarações públicas aos jornalistas depois de terem sido libertados, ainda no aeroporto de Madrid, Mariana Mortágua e Miguel Duarte confirmam maus tratos por parte das autoridades israelitas e prometem continuar a lutar contra o genocídio.

O coletivo de apoio à flotilha convoca quem possa ir para os receber. O governo português confirmou na tarde deste sábado a hora de chegada dos quatro portugueses que estavam detidos ilegalmente por Israel depois de terem participado na flotilha humanitária para Gaza.

O governo confirmou à Lusa que os detidos da Flotilha regressam hoje a Portugal. Fonte do governo israelita adiantou o mesmo. A chegada será às 22.30 no Aeroporto de Lisboa. O coletivo de apoio à flotilha convidou quem possa para os receber.

Ativistas já libertados contam histórias de abusos. Ben-Gvir, ministro israelita, tinha prometido tratá-los como terroristas. Os muitos relatos aqui reunidos confirmam que a violência não era só da boca para fora e os detalhes são chocantes. Greta Thunberg está a ser o principal alvo da ira das forças sionistas.

Numa nota que tornou pública e divulgamos na íntegra, o antigo presidente da Assembleia da República mostra preocupação com os presos da Flotilha, critica a postura de Nuno Melo, exige um protesto formal do Governo e União Europeia e considera incompreensível o silêncio de Aguiar-Branco.