Cisjordânia

Grupo de diplomatas de dezenas de países foram alvo de disparos por parte das Forças de Defesa de Israel. Não há feridos, mas Governos condenam atuação de Israel.

Israel lançou, na passada quarta-feira, o maior ataque na Cisjordânia desde 2002, fazendo pelo menos 18 mortos e vários feridos e detidos. Secretário-geral da ONU fala numa tentativa de minar a Autoridade Palestiniana. Amnistia avisa para repetição das táticas usadas em Gaza.

Israel e os colonos exploraram o pesadelo da guerra para mudar a situação na Cisjordânia: intensificaram a ocupação, expandiram os perímetros dos colonatos e eliminaram os últimos limites na interação com a população palestiniana. Tudo isto longe dos olhos do mundo. Por Gideon Levy e Alex Levac.

Registaram-se, pelo menos, dez ataques de drones, e entre 1.000 a 2.000 soldados israelitas, apoiados por escavadoras blindadas e atiradores nos telhados, entraram na cidade de Jenin e no seu campo de refugiados. Contagem de mortos e feridos ainda não está fechada.