Entre as cidades que se manifestam este sábado estão Lisboa e Porto, mas também Portimão, Lagos, Covilhã, Aveiro, Braga, Funchal, Ponta Delgada, entre outras. Plataforma que organiza a manifestação aponta para retrocessos do governo de direita.
O número de manifestações e concentrações agendadas para este sábado multiplica-se um pouco por todo o país, mostrando que a crise na habitação não afeta apenas os grandes polos urbanos. Esquerda.net elenca neste artigo horas e locais das iniciativas.
Plataforma acusa o presidente da Câmara Municipal de Lisboa de tentar, desta forma, impedir qualquer contestação. No dia 27 de janeiro, às 15h, manifestação volta a sair à rua, em várias cidades do país, "incluindo a de Carlos Moedas", pelo direito a uma Casa Para Viver.