Parlamentares

Os vídeos do parlamento

João Semedo critica as palavras do Primeiro-ministro - que apelou aos portugueses para deixarem de ser "piegas" - e afirma que "recusar o roubo das pensões e dos salários, recusar o empobrecimento generalizado que querem impor ao país, não pieguice é dignidade, é a combatividade que o povo tem demonstrado".

A deputada Ana Drago apresenta o projeto de resolução do Bloco para a rejeição do Tratado Orçamental baseado num “fanatismo ideológico que consagra uma política ultra ortodoxa na domínio da política orçamental”, lembrando que a resposta à crise das dívidas soberanas traduz-se em “dois anos de erros, de sangria social, de fabricação voluntariosa da recessão na zona euro”.

Cecília Honório fala dos jovens que já abandonaram o ensino superior devido ao atraso do pagamento das bolsas de ação social e ao aumento das propinas, e critica o Governo por apenas ter a emigração como solução para os jovens que não conseguem emprego.

No debate quinzenal com o Primeiro-ministro, Francisco Louçã questiona Passos Coelho sobre as medidas tomadas ao saber-se que o ex-diretor das Secretas Silva Carvalho tinha um ficheiro pessoal com 4 mil fichas de pessoas com dados das suas vidas pessoais e profissionais. Passos diz que não dá explicações.

Miguel Portas considera que as lideranças europeias "insistem sempre e sempre na mesma receita, apesar do fracasso dos resultados". "Não saberá a Senhora Merkel que o pior que se pode fazer a um povo é humilhá-lo, obrigá-lo a rastejar?", perguntou no plenário do Parlamento Europeu.

Luís Fazenda critica a marcação de um debate de atualidade pelo PSD com o tema 'Reforma Administrativa', tendo o Conselho de Ministros aprovado esta manhã essa mesma lei que o parlamento ainda desconhece. O deputado deixa ainda a pergunta: "Está o Governo disposto a aceitar um princípio de consulta popular sobre as alterações no mapa de freguesias?"

Marisa Matias confrontou o Presidente do Conselho Europeu, Herman van Rompuy, com o fracasso das políticas de austeridade para sair da crise e criar emprego na Europa.

Mariana Aiveca defende a cessação imediata da cobrança de dívidas que reportam a prestações sociais que 'supostamente' foram indevidamente pagas aos beneficários e alerta que Governo quer notificar 1 milhão de pessoas, entre as quais estarão desempregados que não têm como pagar "este erro do Estado".

Francisco Louçã confrontou Passos Coelho com a nomeação de Eduardo Catroga para presidir ao Conselho Geral da EDP, depois de ter lá estado nomeado pelo Governo e faltado a metade das reuniões nos últimos dois anos.

Catarina Martins intervém sobre a petição pelo fim das corridas de touros em Portugal, "saudando os movimentos de defesa dos direitos dos animais que com a sua luta têm ajudado a sociedade a avançar no sentido da modernidade" e afirmando que "o Bloco é contra os espetáculos tauromáquicos por não aceitar o sofrimento dos animais".

Ana Drago critica a "inenarrável" intervenção do líder da JSD Duarte Marques, na qual este deputado "enxovalhou gerações e gerações de trabalhadores que trabalharam para construir este país" e "batalharam para haver liberdade e para o Sr. deputado poder vir aqui dizer esses deslaces".

João Semedo interpela a bancada do PSD sobre o seu projeto de lei no âmbito da Procriação Medicamente Assistida e Maternidade de Substituição que 'corrige' conservadoramente a lei, impedindo que duas mulheres casadas possam aceder às técnicas de PMA. Ver apresentação da proposta do Bloco.

A deputada Ana Drago enumera as atrocidades acordadas entre Governo, patrões e UGT, desde salários mais baixos, despedimentos fáceis e baratos ao lock-out legalizado. “Os trabalhadores acordaram com uma sensação de náusea e indignação, ouvindo as notícias do seu acordo”, disse ainda, dirigindo-se ao Ministro Santos Pereira.

No debate de atualidade sobre as novas leis laborais, marcado pelo Bloco, Mariana Aiveca afirmou que "a direita prepara-se para destruir o país", e, comentando o acordo alcançado entre Governo, patrões e UGT, que só penalizará os trabalhadores, avisou ainda que se verá "a indignação de um país que não aceita ser chantageado e pisado nos seus direitos".

Catarina Martins critica o Governo de direita e extrema-direita responsável pelo agravamento da recessão e que "não tem uma ideia para relançar a economia", nem resposta para o milhão de desempregados - a esses "o Governo fala de pastéis de nata ou aconselha a emigrar".

Cecília Honório intervém questionando diretamente a bancada do PSD e o Governo sobre "as verdadeiras razões" para a privatização de um canal da RTP.

Catarina Martins intervém sobre o processo de migração para a TDT, considerando que se trata de um "absurdo técnico e uma chantagem económica para as populações" que tem de ser adiado, referindo que as famílias do interior irão pagar 50 milhões de euros para ver televisão.

Catarina Martins responde às críticas das bancadas da direita que chumbaram o projeto de lei do Bloco que altera o estatuto dos deputados, com o objetivo de promover mais transparência, autonomia e responsabilidade no parlamento.

Francisco Louçã afirma que Governo "só tem facilidades para quem vive acima das nossas possibilidades" e exemplifica: o Primeiro-ministro apresentou-se como o advogado do grupo Pingo Doce, embora seja a Holanda a ficar com a' melhor parte' dos impostos, ou seja, "Soares dos Santos pode fazer o que quiser, aos pensionistas foi-lhes cortada a pensão pela metade".

No debate quinzenal com o Primeiro-ministro, Francisco Louçã confronta Passos Coelho com o aumento em 100 milhões do custo das taxas de moderadoras na saúde para as pessoas e o recente acordo com o Hospital CUF-Descobertas, privado, para pagar despesas por serviços que competem ao Estado.