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Catarina Martins dirige-se a Vítor Gaspar, afirmando que "quem escancarou a porta ao desastre está sentado ao seu lado, são os campeões da desorçamentação".

Luís Fazenda critica Passos Coelho por se ter recusado a responder diretamente a cada bancada parlamentar e por querer "despachar" a discussão do orçamento do Estado.

A deputada Catarina Martins apresenta o projeto de lei do Bloco que "repõe a taxa do IVA no setor da restauração a 13%",

Marisa Matias estranha o silêncio do Parlamento Europeu sobre a aplicação de sanções aos países que violam os Tratados por terem excedentes comerciais, como a Alemanha.

No Parlamento Europeu, Marisa Matias contesta a noção de "disciplina orçamental" que viola os contratos estabelecidos entre os Estados e as suas populações, citando o caso português.

Luís Fazenda defende o limite das despesas nas campanhas eleitorais, afirmando que a autonomia decisória dos partidos políticos não pode ser posta em causa. "Ainda há 2 anos atrás, propusemos um corte de 50% no financiamento das campanhas eleitorais", diz.

A deputada do Bloco felicita ironicamente o Ministro da Economia pelo seu "discurso de motivação da maioria" e afirma que é preciso apurar "responsabilidades", referindo que "as pessoas já sabem que os sacrifícios para o controlo da dívida e do défice não resultam" e que "a nossa balança comercial apenas indica que estamos a empobrecer".

Catarina Martins denuncia a catástrofe na restauração, um setor sufocado pela subida do IVA no ano passado e desafia o Governo a aceitar a proposta do Bloco para que o IVA da restauração volte à taxa intermédia.

Francisco Louçã questiona o Primeiro-Ministro sobre "quanto e como irá 'devolver' os subsídios" e afirmou que "o governo não pode fingir-se generoso" pois, na verdade, "é obrigado pelo Tribunal Constitucional a pagar pelo assalto que fez ao salário que pertence às pessoas".

Cecília Honório criticou o PSD e o CDS por recusarem as propostas do Bloco de aumentar a fiscalização do Sistema de Informações da República, e por ainda não terem apresentado os seus projetos de lei que diziam estar prontos em março.

Marisa Matias confronta o presidente do Banco Central Europeu com o falhanço da receita da austeridade.

Intervenção de Francisco Louçã na abertura do debate da moção de censura.

No encerramento do debate das moções de censura do Bloco e do PCP, Luís Fazenda explica a Passos Coelho e Vítor Gaspar aquilo que não querem compreender: "o povo português quer ver-se livre da política da troika e, pelo caminho, ver-se livre deste Governo". Fazenda acusa ainda o Governo de apenas "cumprir a cartilha liberal", sem questionar o papel de Portugal na zona euro.

Pedro Filipe Soares explica ao Ministro das Finanças que na manifestação de 15 Setembro o seu nome foi associado "a um dos rostos da incompetência deste Governo"

Ana Drago afirma que o Bloco já tinha avisado que o caminho seguido pelo Governo "é o caminho para o desastre" e que agora, "basta fazer as contas: há mais défice, mais dívida, mais desemprego".

O deputado Luís Fazenda afirma que "o país encontra-se suspenso entre as comunicações do Governo sobre austeridade e as várias manifestações que se seguiram, contra esse plano inclinado" e, por isso, defende que o Primeiro-ministro deve esclarecimentos sobre os cortes nos salários, o que se adivinha que irá fazer.

Louçã confronta Passos Coelho com as suas palavras no discurso do Pontal, quando disse que 2013 seria o ano da recuperação económica,  sabendo que a economia continuará a afundar-se.

Luís Fazenda intervém sobre a proposta governamental de Lei de Bases do Ambiente afirmando que esta lei deveria constituir "uma resposta às alterações climáticas e à mercantilização da poluição".

Catarina Martins afirma que "o consenso que o país precisa existe e saiu à rua no sábado, na maior manifestação desde o 25 de Abril. E tinha uma frase: está na hora do Governo ir embora".

Luís Fazenda critica Vítor Gaspar que já anunciou "o orçamento do flagelo social" previsto para 2013, mas não responde às questões do Bloco sobre a correção das contas deste ano.