Uri Avnery

Uri Avnery

Escritor israelita, jornalista, fundador do movimento de defesa da paz Gush Shalom.


p { margin-bottom: 0.21cm; }

Parlamento de Israel está prestes a aprovar uma lei não só anti-democrática e discriminatória, como também flagrantemente anexionista.

O torvelinho no Egipto foi causado por factores económicos. Mas que ninguém se engane: há causas muito mais profundas, que se podem resumir numa palavra: a Palestina.

p { margin-bottom: 0.21cm; }

Dois terços dos países do mundo já reconheceram o Estado da Palestina, e a onda cresce.

Usei a expressão nos anos 70 para definir o período entre a guerra dos Seis Dias de 1967 e a guerra do Yom Kippur de 1973, durante o qual Israel viveu num estado da mais louca euforia. Os tempos correntes bem merecem o título de “Nave dos Loucos 2”.

Não se passa um dia – literalmente – sem que um grupo de membros do Knesset [parlamento de Israel] apresente uma nova lei racista.

O conflito entre os israelitas e os palestinianos começou há 130 anos. Em ambos os lados vai tomando forma um mundo fanático, no qual quaisquer outras perspectivas alternativas estão impedidas de entrar.

O único interesse [da constituição da comissão Turkel] era impedir que se instalasse uma comissão internacional de inquérito ou uma Comissão de Inquérito Oficial do Estado de Israel, para investigar o ataque à Frota da Liberdade e o bloqueio de Gaza. 

Para encobrir a vergonha da sua política para o Médio-Oriente,  Obama precisa mostrar algo que o público ignorante engula como uma grande vitória dos EUA: o reinício de “conversações directas” israelo-palestinianas.

A irresponsabilidade do Parlamento israelita já não tem limites. Todas as linhas da decência já foram derrotadas há muito tempo.

Se houvesse uma Comissão de Investigação séria em Israel, algumas questões teriam de ser respondidas; veja quais.