Ricardo Vicente

Ricardo Vicente

Engenheiro agrónomo

O movimento Precários do CHO, essencialmente mulheres, conduziu uma greve que durou 72 horas e fez história no movimento de precários em Portugal.

O direito ao trabalho e ao trabalho com direitos, como fator essencial de distribuição de riqueza, não perderá a sua centralidade nas lutas que se avizinham.

Este texto resulta da compilação das minhas notas de leitura do livro de Naomi Klein, This Changes Everything – Capitalism vs Cimate (2014). Esta obra assume especial importância para ativistas e cidadãos que ambicionam a preservação de recursos naturais. Por Ricardo Vicente.

Pensar nas alternativas ao uso deste pesticida obriga a uma reflexão prévia sobre os motivos do seu uso. No quadro atual, se a facilidade de acesso aos pesticidas se mantiver, essa será, infelizmente, a escolha maioritária que endividará o nosso futuro. Por Ricardo Vicente.

Este artigo aborda duas posições bastante distintas para o desenvolvimento agrícola e o seu relacionamento com o mercado, numa perspetiva de segurança alimentar: integração no mercado global vs. soberania alimentar.

Uma história insultuosa e uma oportunidade perdida.

Esquerda.net/English publishes the report by Ricardo Vicente presented in the international conference “Agriculture in peripheral areas”, that took place in Milford, Ireland. The conference was organised by Matt Carthy, Sinn Féin’s MEP. By Ricardo Vicente.

O esquerda.net publica a comunicação de Ricardo Vicente na conferência internacional “Agricultura em regiões periféricas”, que se realizou na sexta-feira em Milford, na Irlanda. A organização coube a Matt Carthy, o eurodeputado do Sinn Féin que integra o Comité de Agricultura do Parlamento Europeu.

A política aplicada nos últimos anos optou pela via da marginalização e destruição dos pequenos e médios agricultores e pelo favorecimento das unidades de grande dimensão e das grandes cadeias de distribuição, com consequências graves para o país.

Atualmente, entre os agricultores, a principal dificuldade identificada e de permanente indignação prende-se com a valorização da produção no mercado. Por Ricardo Vicente