Rafael Pereira

Rafael Pereira

Estudante de sociologia deslocado para Coimbra e ativista interseccional

“Se eu não mordesse o braço dele, morria”. O argumento, dado por Cláudia Simões, ilustra bem o que tanto debatemos na academia e na política: a existência sufocante de racismo estrutural nas forças de segurança e nas instituições de justiça.

A gestão municipal coimbrã nunca viu piores dias. As prioridades do executivo passaram neste último ano pela caridade na ordem dos milhares de euros à pequena empresa Everything is New, e agora pela entrega de um centro cultural público e democrático a uma associação privada.

A propina não acabou e o problema não está resolvido. O que o PS arranjou para preencher a sua quota de preocupação estudantil deste ano foi um mecanismo que devolve a longo prazo o valor pago da propina pelos estudantes, assim que estes entrem no mercado de trabalho. É, sem dúvida, uma armadilha.