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Álvaro Arranja

Professor e historiador.

Artigos do Autor(a)

23 de Junho, 2013 - 17:26h

O Governo da Esquerda Democrática de José Domingues dos Santos - 1924/25 será o único a contar com o apoio popular, incluindo a anarco-sindicalista CGT, o Partido Socialista e o jovem Partido Comunista. Artigo de Álvaro Arranja, historiador.

13 de Junho, 2013 - 19:24h

Crato tinha uma estratégia definida. Anunciar as medidas mais gravosas bem perto do fim do ano letivo. Se os professores reagissem a sua única oportunidade era a greve às avaliações e exames e aí a opção é atirá-los contra pais e estudantes.

13 de Abril, 2013 - 00:05h

O Japão faz exatamente o contrário do que defendem Merkel e Schäuble e os seus representantes em Portugal, Passos Coelho e Vítor Gaspar. Estas notícias voltam a colocar a questão fundamental da urgente necessidade da alteração do papel do BCE.

22 de Janeiro, 2013 - 00:25h

Contra os cortes na educação, a degradação da qualidade de ensino, os professores irão manifestar a sua frontal oposição à política prosseguida pelo governo numa grande manifestação nacional, em Lisboa, no próximo dia 26 de janeiro.

2 de Janeiro, 2013 - 11:36h

As privatizações levadas a cabo por sucessivos governos PSD/CDS-PP e PS não só impediram o desenvolvimento do País como constituíram, mesmo em termos de receitas, um mau negócio para o Estado.

26 de Outubro, 2012 - 17:59h

A continuação da “crise” das dívidas públicas, em Portugal e em outros países europeus, continua a ser uma enorme fonte de chorudos lucros para a banca.

1 de Abril, 2012 - 00:03h

Extinguir freguesias é um exemplo para um estado que tem de “emagrecer”, para poder engordar com as suas rendas os interesses económicos privados.

30 de Janeiro, 2012 - 04:00h

A greve geral de 1912 marcou o ponto culminante da agitação social que se seguiu à proclamação de República, em 5 de outubro de 1910.

8 de Janeiro, 2012 - 17:02h

O grupo Jerónimo Martins fatura mais de 8 mil milhões de euros, mas não pode contribuir com o pagamento de impostos para o país que lhe garante os lucros.

4 de Janeiro, 2012 - 00:06h

O grupo Jerónimo Martins fatura mais de 8 mil milhões de euros, mas não pode contribuir com o pagamento de impostos para o país que lhe garante os lucros.

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