wikibreves

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A Amnistia Internacional enviou uma carta ao Secretário da Defesa dos EUA, Robert M. Gates, em que expressa preocupação pelas condições de detenção de Bradley Manning, que considera violarem tratados internacionais e não respeitarem o princípio da presunção de inocência.

Brita Sundberg-Witman é uma juíza sueca reformada, especialista em direitos cívicos e legais. A partir de uma tradução aparentemente feita pela própria, o site WL Central resume um artigo importante, que realça as incongruências e irregularidades processuais do processo em curso contra Julian Assange na Suécia. A conclusão: "parece que há coisas escondidas por baixo do tapete."

Em telegrama de maio de 2009 com o titulo "Israel, ¿terra prometida do crime organizado? o embaixador de EUA reconhece que o "Crime Organizado (CO) esta enraizado em Israel, mas nos últimos anos tem havido um forte aumento do alcance e impacto das redes de CO.¨ Também se mostra preocupado pelas alcances da redes criminosas de Israel nos EUA.

Defensores dos direitos humanos afirmam que telegramas da WikiLeaks demonstram que o embaixador dos EUA condenou a expulsão dos Bushmen da reserva natural do Kalahari e que ela poderia ter sido evitada.

Evgeny Morozov é especialista em questões de liberdade na Internet. Numa entrevista a Andy Greenberg, salienta, por um lado, que a reacção dos EUA à WikiLeaks se pode traduzir por "somos a favor da liberdade na net desde que não se aplique ao nosso governo", e, por outro, que será nos regimes democráticos que as revelações da WikiLeaks tenderão a ter maior impacto.

Os telegramas da diplomacia norte americana revelados pela Wikileaks ao jornal sueco "Svenska Dagbladet" relatam os esforços de vários ministros da Suécia para limitar a entrada de refugiados iraquianos na Suécia).

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A propósito da intimação do Departamento de Estado ao Twitter, a Electronic Frontier Foundation elaborou um estudo acerca dos compromissos de várias redes sociais e do seu enquadramento legal.

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Nem tudo são más notícias entre os telegramas do cablegate: o jornal Aftenposten publicou recentemente uma troca de mensagens que salienta o empenho da Noruega em não estabelecer relações comerciais com empresas com registo de más-práticas em termos de princípios humanitários e conceitos éticos fundamentais.

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Parag Khanna avalia a evolução paralela da diplomacia mundial e das novas tecnologias ao longo dos tempos. E inscreve a WikiLeaks num conjunto mais vasto de convergência de esforços entre entidades públicas, privadas e cidadãs, que pode inaugurar uma era de diplomacia colaborativa…

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Os EUA querem ajudar a controlar o crime organizado na Itália, já que suspeitam do apoio financeiro da Máfia a organizações inimigas no Afeganistão e na Colômbia. Sobre este problema os diplomatas disseram: "Temos que trabalhar para convencer o novo governo italiano de que o crime organizado é uma prioridade séria para o governo dos EUA, e que os custos económicos terríveis do crime organizado são um argumento convincente para uma acção imediata."

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As relações entre Israel e a Turquia deterioram-se nos últimos anos até o ponto em que o embaixador em Ancara chegou a dizer que o primeiro ministro Erdogan é um fundamentalista que "nos odeia com fúria religiosa". Também os diplomatas israelitas e norte-americanos estão preocupados com o apoio do país muçulmano ao Hamas. Ver aqui e aqui.

O governo dos EUA, através de uma investigação, assegura ter provas que a WikiLeaks obteve documentos através das redes P2P Kazaa e LimeWire. Isto abriria a porta a um processo legal por "procurar" os documentos e não só receber. O advogado da WikiLeaks em Londres disse que é "completamente falso em todos os sentidos".

O governo irlandês ignorou a oposição da opinião pública do pais e colaborou com os EUA permitindo usar o seu espaço aéreo no transporte de munições, suprimentos e transporte de veículos e tropas para o Afeganistão e o Iraque.

A organização anticensura Fairness & Accuracy in Reporting (FAIR) compilou todos os artigos que publicou sobre a WikiLeaks numa página própria.

As condições desumanas em que se encontra detido Bradley Manning não são caso raro no sistema prisional dos EUA. James Ridgeway e Jean Casella denunciam no Guardian outros exemplos que não têm dado azo a manifestações de indignação popular.

A Dazzlepod lançou um novo browser para pesquisar os telegramas da WikiLeaks. Entretanto, há já uma aplicação no Facebook para dar uma ideia das novas funcionalidades disponíveis.

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OS EUA deram instruções aos diplomatas posicionados no Médio Oriente para compilar informação encriptada oriunda de Israel relativa a dirigentes palestinianos (incluindo dados biométricos) e a às actividades planeadas pelo exército israelita - 2 meses antes do ataque israelita a Gaza.

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O Counterpunch teve a acesso ao conjunto de telegramas relativos ao ataque israelita a Gaza de há dois anos. Não acrescentam nada de novo, mas põem (ainda mais) a nu a complacência da diplomacia americana para com a máquina de guerra israelita.

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Na sua conta no Twitter publicou: "Detido, revistado e questionado pela alfândega e a patrulha de fronteira dos EUA, a 19 de Janeiro, retornando de Toronto, Canadá." Appelbaum não é acusado de crime algum.

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Nikolas Kozlov defende que a WikiLeaks não pode estar dependente do filtro dos grandes media com que estabeleceu parcerias, e que deveria ter uma estratégia mais sólida de divulgação de material. Defende nomeadamente um critério geográfico, que se deveria centrar neste momento do norte de África e não deixar de parte a América Latina.