wikibreves

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Peter King, o republicano que forma parte da comissão parlamentar sobre Segurança Interna quer integrar a WikiLeaks na lista de pessoas e instituições impedidas de fazer negócios com os EUA. "O governo EUA tem de fazer todo o esforço para estrangular a viabilidade da organização de Assange".

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Um blog da Forbes ontem disse que perderam milhares de seguidores dos 637.000 que tinham quando a WikiLeaks twitteou que todos eles eram "objectivo de uma intimação pelo governo EUA". Hoje são 648.551 seguidores e continua a crescer.

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A CNBC avança que a WikiLeaks está prestes a publicar material comprometedor para o Banco da América, o que parece estar de acordo com as declarações de Julian Assange à saída do tribunal. No entanto, nada está confirmado.

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Telegrama que conta a conversa da embaixadora em Bagdad antes da declaração da guerra do golfo em 1990. Saddam Hussein acusa a grupos dentro do governo EUA que são contra o Iraque e o empurram para a guerra. 

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Merrill Cole estabelece um paralelo entre o trabalho de David Wojnarowic e a WikiLeaks. Mensagens em formato não tradicional e abordando assuntos incómodos é uma forma de alterar a realidade… e provoca sempre reacções autoritárias.

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Journalism.co.uk tem um post sobre uma iniciativa russa para traduzir as fugas que permite que vários tradutores trabalhem num único telegrama. Também destaca a massificação da campanha anti-corrupção Alexey Navalny.

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O Ministério das Relações Exteriores vetou a inclusão da Bolívia e da Colômbia entre os beneficiários de um projeto de cooperação que o Brasil lançou com os Estados Unidos em 2007 para promover o consumo global de biocombustíveis como o etanol.

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No blogue da Attac Portugal, Henrique Sousa denuncia as pressões do do Departamento de Estado dos EUA que é o início de "uma gigantesca operação repressiva e invasora da liberdade dos cidadãos na Internet e nas redes sociais."

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Mark Stephens, advogado de Julian Assange, considera o pedido de dados à rede social uma forma de assédio e reitera que ele se estende a todos os mais de 600 mil seguidores da WikiLeaks no Twitter.

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O editorial do Los Angeles Times alerta para as condições desumanas em que Bradley Manning se encontra detido, salientado que está na prática a cumprir pena por um crime do qual não foi condenado.

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Sarah Palin é o nome mais sonante, mais são muito mais as figuras públicas que apelaram ao assassínio de Julian Assange — quase todas oriundas da extrema direita americana. O site People Ok With Murdering Assange enumera-as, cita-as, e disponibiliza os respectivos links.

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O site do Democracy Now disponibiliza em arquivo a cobertura que tem feito do caso WikiLeaks.

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Glenn Greenwald acusa o governo americano de deliberadamente criar um clima de medo nos últimos 10 anos. A intimidação de membros e apoiantes da WikiLeaks não é um acto isolado – a vigilância apertada estende-se a quem ouse criticar o governo e a cidadãos de outros países, como provam os últimos desenvolvimentos.

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Num Press Release enviado a 10 de Janeiro, a WikiLeaks oferece condolências às vítimas do tiroteio em Tucson e relembra que vários dos seus membros e voluntários também foram alvo de apelos à violência por parte de figuras públicas dos EUA.

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Em reportagem dos jornais da Suíça "La tribune" e "24 heures", o fundador da WikiLeaks admitiu os problemas financeiros que atingem a organização. "Para continuar a funcionando temos de recuperar esse dinheiro", advertiu.

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Em 2008, quando se soube que os EUA usaram espaço aéreo da Dinamarca para transporte ilegal de prisioneiros, o governo dinamarquês prometia ao parlamento perguntar detalhadamente aos EUA sobre os voos, ao mesmo tempo que altas autoridades diziam ao embaixador norte-americano em Londres que queriam silêncio, não perguntas, esperando que a história perdesse interesse.

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O The Guardian publica uma cronologia dos ataques movidos por plataformas técnicas, legais e financeiras contra a WikiLeaks, colaboradores e Julian Assange.

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"A transparência deve ser proporcional ao poder que cada um tem. A maior poder, maior o perigo gerado por esse poder e maior necessidade de transparência, Reciprocamente o mais fraco é que tem mais perigo em ser transparente". Entrevista completa Paris Match. Versão em inglês.

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"Se o governo iraniano tentasse pela força obter essa informação de jornalistas e activistas de países estrangeiros, grupos de direitos humanos em todo o mundo levantariam a voz." Leia no Guardian. Aqui, o PDF da intimação ao Twitter.

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O governo islandês convocou o embaixador americano para exigir explicações relativamente ao pedido de dados da deputada Birgitta Jonsdottit. O ministro do Interior considera a situação grave, sobretudo porque a questão de fundo é a liberdade de expressão.