Sugestões

Na visita ao Campus Solar, um projeto piloto agrovoltaico na Faculdade de Ciências de Lisboa, Catarina Martins defendeu que este tipo de investigação de ponta pode ajudar a conciliar agricultura e produção solar e a desenvolver a produção de energia solar descentralizada.

Como desenhar cidades para as pessoas. Com Catarina Martins, Lígia Ferro, Bernardo Amaral, Frederico Moura e Sá e Clara Não.

Com Catarina Martins, Cristina Mesquita de Oliveira (Presidente da Associação Portuguesa de Menopausa) e Ana Coucello (Fundadora da Plataforma Portuguesa para os Direitos das Mulheres)

Catarina Martins respondeu aos apelos ao voto útil de António José Seguro, dizendo que para o eleitorado a primeira volta das eleições “é uma volta de convicção” em que escolhe “quem é que dá garantias de dizer uma coisa e fazer o que diz no dia seguinte”.

Numa visita à associação SOS Animal, Catarina Martins defendeu que “o avanço civilizacional pelo bem-estar animal é importantíssimo para a democracia” e que uma Presidente da República deve chamar a atenção do Governo quando este desvaloriza o tema.

Que em 2026 reinventemos Portugal. É o meu desejo para o novo ano que quero partilhar contigo.

Juntar gente, criar raízes. Juntar forças, criar pontes. Foi assim que derrotámos a direita no passado, é assim que a derrotaremos agora. Bom ano de 2026!

Mensagem de Natal de Catarina Martins.

Mais de um milhão de pessoas vivem sozinhas no nosso país. Pessoas cuja única companhia são elas próprias. É delas que escolhi falar na Mensagem de Natal.

No último debate em que ambos os candidatos participam, a Europa e o combate ao chamado “voto útil” foram os principais temas em cima da mesa.

Numa visita ao Hospital de Beja, Catarina Martins deu o exemplo de vários projetos de sucesso que ali combinam a ligação à comunidade com o investimento que lhes permite crescer.

À margem da visita à Universidade de Évora, Catarina Martins disse esta quinta-feira que não gostou de ver Luís Montenegro fazer na véspera enquanto primeiro-ministro um “discurso hostil” contra a imprensa e a justiça. 
 

Catarina Martins reagiu ao chumbo do Tribunal Constitucional de uma lei “má e cruel” e que não resolve os problemas do país.

O pacote laboral e as PPP na saúde foram os temas que mais dividiram os dois candidatos no frente a frente televisivo de sexta-feira.

Catarina Martins esteve na manifestação da greve geral em Lisboa e afirmou que o sucesso da greve deve obrigar o Governo a recuar na sua proposta que quer pôr os trabalhadores a trabalharem mais horas por menos salários e de forma mais precária.

No início da greve geral, Catarina Martins esteve com o piquete de greve dos serviços de higiene urbana nos Olivais, em Lisboa, onde a luta contra o pacote laboral se junta à exigência de condições de segurança no trabalho.

Num debate com muitas convergências, a posição face ao apoio à Ucrânia no seu direito a defender-se da invasão russa acabou por dividir os dois candidatos.

Neste frente-a-frente esteve em destaque a atuação do ex-líder do PS nas votações dos Orçamentos e das leis laborais da troika.

Numa visita à Feira de Monte Abraão, em Queluz, Catarina Martins falou da greve geral que se aproxima e das propostas do Governo para fomentar a precariedade.