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No discurso sobre o "Estado da União", Durão Barroso voltou a prometer a criação de uma taxa sobre as transacções financeiras, voltou a garantir a emissão de títulos de dívida europeia, ainda que disfarçados de “títulos de estabilidade”. “Há um ano, aqui, o senhor anunciou os eurobonds, hoje repetiu-se e suspeito que de aqui a um ano voltará a repetir-se”, respondeu Marisa Matias.

Na sessão plenária em Estrasburgo, Miguel Portas referiu-se à “cacofonia da liderança europeia” evidenciada nas afirmações de Merkel e dos seus ministros durante esta crise. Na resposta, Jean Claude Juncker respondeu que "a senhora Merkel e os outros vão ter de explicar aos alemães que a Europa é um tango".

O relatório de Marisa Matias sobre o quadro comum de estratégia de financiamento da investigação e da inovação esteve segunda-feira em debate no Parlamento Europeu, na presença da comissária da tutela.

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Miguel Portas afirma que “os palestinianos estão finalmente a provar que merecem ser um Estado, porque pela primeira vez a AP deixa de estar sequestrada pela aliança entre os EUA e Israel”. Para o eurodeputado do Bloco, Portugal deve votar de acordo com a sua Constituição, que reconhece o direito dos povos à autodeterminação e à independência, bem como o direito à insurreição contra todas as formas de opressão.

Mariana Aiveca interveio no Parlamento sobre a proposta do Governo para facilitar os despedimentos.

O líder parlamentar do Bloco, Luís Fazenda, pressiona a bancada do PS a admitir a sua posição sobre a inscrição constitucional do limite do défice público, que significa "uma certidão de óbito ao estado social e a inclusão de uma regra de ouro do neo-liberalismo na Constituição".

Eurodeputada do Bloco de Esquerda diz a Guenther Oettinger que proposta "é reforçar a vergonha de cidadãos que são dignos e que lutam pela Europa", mas o comissário fugiu a responder.

O eurodeputado analisou no plenário do Parlamento Europeu o quadro decorrente das revoluções árabes notando que “todas as Primaveras chegam ao seu Outono, mesmo na Líbia”.

No debate quinzenal com o Primeiro-Ministro, o deputado Francisco Louçã questionou Passos Coelho sobre o desvio de 550 milhões de euros nas contas da Madeira e também sobre o tema da educação, cujo critério deverá ser o da "qualidade".

A deputada Mariana Aiveca apresenta o projecto de lei do Bloco que visa combater o recurso aos falsos recibos verdes, a contratação ilegal e penalizar os responsáveis, os patrões que agora impunemente não cumprem a lei.

Cecília Honório defendeu que o Acordo entre Portugal e os EUA sobre Prevenção e Combate ao Crime "só pode ser chumbado", atendendo ao parecer negativo da Com. Nac. de Protecção de Dados e por estarem em causa direitos fundamentais.

A deputada Catarina Martins denunciou o carácter estigmatizante da pobreza do Passe Social +, que coloca em causa a ideia de um passe social universal e promotor da mobilidade nas cidades, uma das conquistas de Abril.

Miguel Portas comentou a declaração feita segunda-feira pelo presidente do Banco Central Europeu, segundo a qual nada retira ao que disse em 2010, lembrando-lhe que de então para cá a crise se agravou profundamente e a Europa vive em situação muito pior.

No primeiro debate quinzenal no Parlamento com Pedro Passos Coelho, Francisco Louçã acusou o governo de prometer cortes na despesa pública, mas só cortar este ano no rendimento das famílias, no subsídio de natal e no preço dos transportes e medicamentos.

O Bloco de Esquerda, pela voz da deputada Catarina Martins, critica o aumento dos transportes e chama a atenção para a injustiça social dos mesmos.

Rita Calvário apresenta o projecto do Bloco de Esquerda que defende a suspensão dos efeitos do modelo de avaliação de professores.

Luís Fazenda recorre da decisão da Assembleia da República discutir as leis laborais "à pressa" e sem cumprir o prazo de debate público exigido pela lei.

Intervenção de João Semedo no debate sobre a renegociação da dívida esta quarta-feira na Assembleia da República.

A propósito das situações na Grécia e em Portugal, Miguel Portas acusou a União Europeia  de “não hesitar em agravar a recessão” através da sua “obsessão autoritária pelo défice”. E quer saber o que fará a UE se seguirem o exemplo da Irlanda, onde o governo acaba de reduzir o IVA na restauração, hotelaria e lazer.

A eurodeputada do Bloco que falava na sessão plenária, em Estrasburgo, considerou tratar-se de um "duro golpe" para a região Norte de Portugal e para a Galiza, lembrou "a falta de investimento" e referiu medidas europeias que podiam ter "salvo esta linha ferroviária, modernizando-a".