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A deputada Mariana Aiveca intervém sobre a proposta de lei do Governo sobre o subsídio de férias para os trabalhadores públicos, aposentados, reformados e demais pensionistas.

Marisa Matias critica a proposta aprovada no Parlamento Europeu sobre a sustentabilidade das pensões. "Incluir o privado como  garantia de sustentabilidade para as reformas e para as pensões é fazer entrar de vez os regimes de Segurança Social na economia de casino", frisou a eurodeputada do Bloco de Esquerda.

Diga Durão Barroso o que disser, num dia ou o contrário no dia seguinte, austeridade implica "tragédia social e espiral recessiva", advertiu a eurodeputada Alda Sousa no plenário do Parlamento Europeu em Estrasburgo e desafiou “Então se fossemos mesmo a votos?".

"Paulo Portas deixou de ser o cavaleiro dos pensionistas e passou a ser um acólito submisso do Governo e da Troika", afirmou Cecília Honório, recordando outras promessas rasgadas prlo Governo nos dois anos de troika em Portugal.

"Ninguém acredita nos compromissos do Governo", acusou a deputada Mariana Aiveca na sua intervenção no debate de atualidade sobre a taxa de sustentabilidade sobre as reformas com a presença do ministro do CDS Mota Soares.

Helena Pinto intervém no fim do debate sobre a legalização do autocultivo e dos clubes sociais de canábis, criticando a hipocrisia dos adversários da proposta, que demonstram neutralidade face ao poder dos traficantes.

Mariana Aiveca desafia o Governo a responder aos trabalhadores e às populações afetadas pelo encerramento de estações dos CTT em todo o país.

O ministro das Finanças reagiu mal quando Ana Drago o confrontou com a sua responsabilidade por nada ter feito durante dois anos para cortar nos contratos especulativos ruinosos nas empresas públicas, que eram do seu conhecimento desde que chegou ao Governo. Vídeo completo aqui.

A eurodeputada Marisa Matias, do Bloco de Esquerda, questiona Vítor Constâncio sobre os lucros obtidos pelo Banco Central Europeu, obtidos à custa das dificuldades que alguns países estão a enfrentar. O Vice-presidente do BCE responde que questões de moralidade não estão aqui envolvidas...

"Hoje, mais do que nunca, é preciso devolver a voz ao Povo português para que ele seja senhor do seu destino e inaugure uma nova madrugada", disse Catarina Martins na sessão solene do 25 de Abril.

Ana Drago compara as medidas apresentadas por Álvaro Santos Pereira esta semana com as que tinha apresentado há seis meses. "Sempre que o ministro fala, depois nada acontece", lembrou.

João Semedo lembra a Passos Coelho que a sétima avaliação da troika está por concluir há 55 dias e questiona-o sobre o valor dos cortes previsto para o Orçamento Retificativo.

Ana Drago apresentou o projeto do Bloco de Esquerda que propõe uma política pública de crédito para o relançamento da economia.

"Quando o Governo diz que quer cortar onde faz falta às pessoas, sabe que só tem a troika do seu lado, por isso só fala com a troika", acusou o deputado Pedro Filipe Soares.

Do plenário do Parlamento Europeu em Estrasburgo, Marisa Matias mandou o recado a Durão Barroso e respetiva equipa da Comissão Europeia: "a paciência dos portugueses está a esgotar-se; não pensem que os portugueses são tão submissos como o primeiro ministro e o ministro das Finanças vos fazem crer cada vez que vêm a Bruxelas".

A Assembleia da República aprovou o projeto de lei do Bloco que reforça o conceito de segurança rodoviária para proteger os ciclistas e os peões. O PSD e o CDS abstiveram-se.

"O despacho de Vítor Gaspar é um acto ilegal e punitivo para castigar as instituições e o regime", e isso "não é passível de ser respeitado" em democracia, afirmou Luís Fazenda.

João Semedo defendeu que Miguel Relvas devia ter sido demitido e que "o primeiro-ministro é o único português" que acha que o ex-ministro dos Assuntos Parlamentares não beneficiou de um abuso.

O coordenador bloquista apoiou a moção de censura contra um Governo que arrasou o país e empobreceu o povo como nunca tinha acontecido na história da Democracia portuguesa.

Catarina Martins acusou Passos Coelho de ter como objetivo "destruir toda a obra do trabalho e da democracia em Portugal".