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O deputado João Semedo felicita a decisão da justiça em não encerrar a Maternidade Alfredo da Costa. "Esta maioria é revogável, não é irrevogável. Se tiver dúvidas sobre isso basta olhar para o seu lado direito", diz João Semedo. O coordenador bloquista diz ainda que o Presidente da República conseguiu o que a maioria de direita andou a tentar durantes dois anos: incluir o PS na política de austeridade. |18-07-2013|

A eurodeputada Marisa Matias questiona a vice-presidente e comissária europeia para a agenda digital, Neelie Kroes: “Que garantias é que os cidadãos europeus e as empresas europeias terão que ao colocarem dados na 'nuvem' eles não estarão disponíveis para todo o mundo? Isso, é a questão central neste momento”.

No final do debate do Estado da Nação na AR, a coordenadora do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, acusou: "Cavaco Silva só aceita a escolha do povo quando tiver garantias de que não existirá escolha. Quando todos oferecerem o mesmo programa -- o da troika, a austeridade permanente - e a escolha do povo não seja mais do que a podre alternância de protagonistas".

Um grupo de manifestantes interrompeu os trabalhos do Plenário da Assembleia da República gritando "Demissão" e exigiu a convocação de eleições imediatas. A Presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, expulsou os cidadãos e ameaçou com a alteração das regras de acesso às galerias.

O deputado Luís Fazenda criticou o ministro da Saúde, Paulo Macedo, que não disse nada sobre a sustentabilidade da dívida pública e tentou “achincalhar” soluções, “sem qualquer elevação intelectual nem ética”.

O orçamento da União Europeia para o período de 2014 a 2020 condena a Europa “à austeridade eterna” e, para tal, o grupo socialista no Parlamento Europeu nem se importou de mudar de opinião de fevereiro para cá “para servir de muleta à direita”, denunciou a eurodeputada Alda Sousa.

A deputada do Bloco de Esquerda, Ana Drago, em conferência de imprensa na Assembleia da República sobre os contratos Swap.

Num dia de Greve Geral, Pedro Filipe Soares assinalou o silêncio da direita da AR sobre o protesto que está a parar o país e que serve para tomar balanço para derrubar o Governo.

A coordenadora bloquista questionou o primeiro-ministro sobre a sua escolha de pagar aos bancos os swaps ruinosos em vez de pagar os subsídios de férias dos trabalhadores e reformados.

Ana Drago confronta o deputado do PSD que interveio no debate sobre o desemprego jovem sem apresentar nenhuma ideia para além do apelo à emigração.

Pedro Filipe Soares intervém no debate sobre as conclusões da Comissão de Inquérito às Parcerias Público-Privadas.

Ana Drago defendeu que a entrega do processo dos swaps a Maria Luís Albuquerque, que assinou vários dos contratos ruinosos, "é o mesmo que entregar o julgamento a um dos arguidos".

Alda Sousa intervém no Parlamento Europeu em solidariedade com os protestos na Turquia.

A deputada do Bloco de Esquerda Ana Drago intervém sobre a privatização dos CTT e o processo de encerramento de estações de Correios. 

Pedro Filipe Soares criticou um Orçamento Retificativo que faz um "ataque às pensões, ao subsídio de doença e ao subsídio de desemprego" e diz que o Governo já negoceia um segundo resgate da troika.

No debate na Comissão de Economia do Parlamento Europeu, Marisa Matias defendeu uma taxa europeia sobre todos os mercados especulativos e respondeu aos conservadores que atacaram e querem limitar o alcance da proposta.

“Não é o Estado que é mau gestor, são os senhores, que se sentaram no Conselho de Administração e receberam o ordenado”, diz a deputada Ana Drago ao defender os projetos de lei e de resolução do Bloco sobre a salvaguarda dos monopólios naturais no domínio público do Estado e pela suspensão do processo de privatização dos CTT.

Pedro Filipe Soares sublinhou a importância dos protestos populares que se avizinham, antecipando que "vai ser a altura de os cidadãos dizerem às elites políticas que não podem continuar a roubar-lhes o futuro".

No debate de urgência, sobre reforma do Estado e novas medidas de austeridade anunciadas pelo governo de Passos Coelho, João Semedo afirmou: "Não é o Estado que é gordo. Gordo é o apetite da direita e dos interesses instalados pelos negócios que o Estado lhes pode dar". O coordenador do Bloco acusou ainda: "O Governo aposta agora num novo ilusionismo - a reforma do Estado. Não há qualquer estudo sobre esta sangria, é tudo a olho. A única preocupação é cortar na despesa para compensar os desvios orçamentais provocados pelas anteriores medidas de austeridade".

No debate quinzenal na AR, João Semedo acusou o primeiro-ministro de "não falar verdade sobre as pensões" e de já ter decidido aplicar uma taxa suplementar sobre os reformados.