Com valores a rondar os 15% nas sondagens para as eleições presidenciais francesas, Jean-Luc Mélenchon protagoniza o inesperado: a relevância de uma esquerda que não se rendeu ao liberalismo.
Como entra pelos olhos dentro, a média das rendas vai equiparar-se às altas e especulativas rendas dos chamados "contratos novos". Como se verá em pouco tempo, aliás, a ganância do mercado livre vai levar apenas ao encarecimento de rendas.
A Islândia é frequentemente citada no debate público, quer a propósito dos resgates do FMI, quer sobre o “default” da dívida, o “não pagamos”. Sob a ameaça da “dividocracia”, o que se passa realmente na Islândia”? Separar factos de mitos parece essencial na discussão de alternativas ao “regime de credores”.
O Governo só não é austero na demagogia com que quer escamotear o óbvio. Corta a quem menos tem, para beneficiar fiscalmente quem nunca pagou o que devia, como é o caso dos rendimentos de capital que foram isentos da sobretaxa que começará a ser cobrada dentro de dias a todos os trabalhadores.
António José Seguro escreveu sem margem para dúvidas na Moção que sustenta, e vem insistindo no tema, que PS e PSD devem acercar-se de um entendimento em matéria de leis eleitorais.
Passou um pouco despercebido o processo de referendo sobre sistema eleitoral, com várias eleições parciais, na Grã-Bretanha. Humilhante é a palavra dos media britânicos para descrever a performance dos lib-dem de Nick Clegg.
A tragicomédia do congresso do PS mostra-se pela inflamada defesa da Caixa pública enquanto Teixeira dos Santos anda a tentar vender os seguros da CGD a privados...
Depois do estrondo do PEC4, às escondidas da moção de censura da véspera, e da manif do precariado, o parlamento foi sacudido pela intriga PSD/PS. Que para o PSD três foi a conta que Cavaco fez, três PEC ainda vá, quatro é que não!