Enfermeiras britânicas defendem legalização da canábis medicinal

20 de maio 2018 - 14:40
PARTILHAR

Para ouvir nesta edição do podcast Quatro e Vinte:

Enquanto o parlamento português ainda discute a versão final da lei que legaliza a canábis medicinal, a Escola Superior de Saúde Dr. Lopes Dias, do Instituto Politécnico de Castelo Branco, organiza esta quarta-feira um seminário sobre o tema.

Lá fora, os deputados chilenos aprovaram a lei do “Cultivo Seguro”, que permite o autocultivo com fins medicinais, enquanto o governo da Tailândia, um dos bastiões do proibicionismo, vai também avançar para a legalização da canábis medicinal. No estado norte-americano da Florida, onde já é legal, os tribunais estão a debater se o estado pode ou não proibir que os doentes com acesso à canábis podem ou não fumá-la.

Em Inglaterra, a responsável pela pasta do combate à droga no governo está debaixo de fogo, após ter sido divulgado que o marido lidera uma empresa com licença para a produção de canábis com fins medicinais. Por seu lado, as enfermeiras britânicas votaram em congresso a defesa da legalização da canábis medicinal.

No caso da censura do Youtube aos canais canábicos, houve desenvolvimentos nas últimas semanas, com alguns a serem repostos pela plataforma, que continua sem dar qualquer explicação. E na Estónia, uma votação online escolheu o novo símbolo do município de Kanepi: uma folha de canábis.


Para não perder nenhum programa, subscreva o podcast via iTunes (link is external) ou RSS (link is external).

Termos relacionados: Quatro e Vinte

Ouve também

Intervenções de abertura na audição pública promovida pelo Bloco de Esquerda no Parlamento, com Tito de Morais (Fundador do projeto Miúdos Seguros na Net e cofundador do projeto Agarrados à Net), Catarina Martins (eurodeputada do Bloco de Esquerda), Ricardo Lafuente (presidente da associação de defesa dos direitos digitais D3), e Moisés Ferreira (psicólogo e investigador).