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Brasil recua décadas na política de drogas

Para além do decreto de Bolsonaro que elimina a redução de danos e reforça o financiamento às comunidades de tratamento religioso que promovem a abstinência, há outros assuntos em destaque nesta edição do Quatro e Vinte, o podcast quinzenal que traz o noticiário canábico ao esquerda.net.  


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Hoje é o dia em que é celebrada a legalização com iniciativas de protesto em todo o mundo (e que até deu o nome a este podcast). Uma das maiores festas do “Four Twenty” é em Vancouver, mas as autoridades da cidade canadiana dizem que a iniciativa já se tornou num festival, mais do que um protesto. E mesmo se o fosse, já não teria razão de ser após a legalização, pelo que querem acabar com ela nos atuais moldes e localização. Ainda no Canadá, os números de vendas da canábis legal desiludem quem achava que a legalização traria uma explosão do consumo. As vendas de março foram as mais baixas desde outubro, quando a legalização entrou em vigor. No México, o Senado prepara a legalização e promoveu um fórum com um membro do organismo da ONU que controla o cumprimento das convenções internacionais. Raul Martin del Campo defendeu um modelo que afaste o comércio privado e as pressões da indústria do setor canábico. Por cá, os produtores de cânhamo industrial estão em guerra com o governo, que não lhes passa as licenças de cultivo e põem em risco a preparação da época para estes agricultores.

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