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Philip Adams pertence ao conselho consultivo da WikiLeaks e participou num protesto em Sidney. Entre outras coisas, defendeu que "a democracia está a ser democratizada, as tiranias expostas, e milhões de pessoas bombardeadas com tretas durante gerações vêem as suas suspeitas confirmadas."

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Num longo artigo que aborda sobretudo o ensino e a missão do jornalismo, Michael Bugeja realça o papel da WikiLeaks (e de Jon Stewart!) na denúncia do papel manso que os media têm adoptado perante as novas tecnologias.

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A Petrocaribe é a iniciativa do governo da Venezuela para vender a preços mais baixos que os do mercado o seu petróleo a países das Caraíbas e América Central. Os EUA, que não deixaram de comprar petróleo venezuelano apesar da oposição a Chávez, pressionaram os países da América Central para não o fazer.

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Nesta quarta terá lugar um fórum aberto para debater a relação do fundador do clube com o fundador da WikiLeaks. O envolvimento do clube começou quando Vaughan Smith ofereceu a sua casa para que Assange pudesse esperar o processo de extradição fora da prisão. Foi neste clube que Assange recebeu os CD com informação bancária off shore de mais de 2000 pessoas.

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Sítios de Internet com domínios que chamam a assassinar Julian Assange, como "killjulianassange.com" ou "julianassangemustdie.com" continuam a aparecer. Até o momento são seis. O site vivantleakers.org serve para achá-los.

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Telegramas publicados no The Guardian oriundos do Cazaquistão foram editados de forma a omitir informação sobre corrupção, interesses comerciais e ligações políticas pouco claras.

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“Wikileaks, war, lies and videotape” é uma peça abertamente crítica a Assange, produzida pela agência francesa Premier Lignes e dirigida por Luc Hermann y Paul Moreira, especializados em jornalismo de investigação. O outro é da rede sueca SVT, mais neutro, dirigido pelos jornalistas Jesper Huor y Bosse Lindquist. Mais pormenores aqui.

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Rudolf Elmer, o fundador da Swiss Whistleblower, deve voltar à Suíça para comparecer em tribunal no dia 19 de Janeiro, onde enfrentará acusações de roubar informações bancárias. Dois dias antes, esteve no Clube Frontline em Londres para apresentar à WikiLeaks CD's contendo os dados bancários de contas de 2000 indivíduos de “altos rendimentos” e de corporações.

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O El Pais publica uma reportagem sobre o movimento "Anónimos", em que se analisa a complexidade e o modo de actuação deste grupo de novos activistas digitais.

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Kadafi defende Ben Ali e ataca a Wikileaks, por "publicar informação escrita por embaixadores mentirosos com o objectivo de gerar o caos."

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Greg Mitchel publica há quase 50 dias um blogue com informação constantemente actualizada sobre a WikiLeaks. Num artigo para a edição em papel do The Nation, reflecte sobre a importância do assunto e as muitas coisas que o mundo ficou a saber nos últimos 2 meses.

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"Queremos toda a informação sobre a mesa assim a imprensa não e restrita e a verdade e reflectida os livros de historia, estes princípios são, em essência, nossa filosofia". Ver aqui.

Um telegrama publicado pela WikiLeaks comprova que o Departamento de Estado foi informado de que o Supremo Tribunal e o Congresso Nacional das Honduras conspiraram para levar a cabo um golpe ilegal e inconstitucional. E no entanto Hillary Clinton e Barak Obama foram coniventes com o governo golpista.

Rop Gonggrijp, cidadão holandês e colaborador da WikiLeaks, é um dos alvos da intimação do Departamento de Estado ao Twitter. No seu blogue pessoal, afirma que ser alvo de uma investigação criminal, sobretudo desta dimensão, é "algo muito sério."

Entre tantos que acusaram o cablegate de ser perfeitamente inútil, quantos se deram ao trabalho de ler o material sobre a Tunísia? É altura de prestarmos mais atenção aos conteúdos… foi o que fizeram os tunisinos.

A WikiLeaks é a prova de que os media institucionais abdicaram em grande medida do seu papel vigilante, como ficou claro em relação à guerra no Iraque e à crise financeira.

Segundo o El País, os documentos do departamento do Estado de EUA mostram um pais doente de corrupção e falta de liberdades e os diplomatas descrevem a família que estava no governo como "quase máfia".

Em resposta ao republicano Peter King, que pediu o bloqueio económico da WikiLeaks e de Assange, os administradores do tesouro norte americano disseram que não podem por eles mesmos criar os critérios de sanções, isso corresponde aos poderes legislativo e executivo.

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O escritório do advogado que lidera a acusação sueca a Julian Assange tem entre os seus associados Thomas Bodström, que foi investigado por colaborar com a CIA na extradição de suspeitos de terrorismo que acabaram por ser alegadamente torturados no Egipto.

A WikiLeaks abre novas frentes de consciência num mundo em que o poder económico subjuga os estados-nação. O passo rumo a uma nova realidade global está dado; é tempo de construir uma democracia adaptada aos novos tempos, que salvaguarde a liberdade, a justiça e os direitos sociais.