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A poucos dias do julgamento que irá decidir se Julian Assange é ou não extraditado para a Suécia, Christine Assange acusa Julia Gillard de não perceber a importância para a democracia da distinção entre as esferas política e legal, e considera-a uma mera agente da campanha de hipocrisia dos EUA.

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Telegramas da WikiLeaks mostram que apesar dos interesses estratégicos comuns, a relação entre a Síria e os EUA é marcada sobretudo por desconfianças mútuas na área dos serviços secretos.

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Frente às pressões dos EUA para democratizar o regime no Egipto, Mubarak respondeu que as tentativas de democratizar o mundo árabe estavam a fortalecer os islamistas. Em referência ao Irão, disse: "Os EUA encorajaram-nos a aceitar reformas só para verem como o país caiu nas mãos dos extremistas religiosos."

Em Abril de 2010, Stephen Colbert entrevistou Julian Assange. O vídeo mantém-se plenamente actual, e Greg Mitchell descreve-o e comenta-o à luz de entrevistas mais recentes à televisão dos EUA.

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Não passa de mera especulação, mais ou menos informada; mas a possibilidade de Julian Assange e a WikiLeaks serem nomeados para o prémio Nobel da Paz tem sido referida. É porém pouco provável que Assange cumpra os critérios estabelecidos. Por outro lado, as revoltas na Tunísia e no Egipto, contextos óbvios, não têm lideranças claras, e os especialistas apontam na direcção de um laureado vindo dos lados da Rússia.

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Greg Mitchell cobre diariamente a saga WikiLeaks há dois meses. Neste artigo, descreve o processo de divulgação do vídeo Collateral Murder.

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Uma sondagem do “60 minutes” e da Vanity Fair diz que, entre os norte-americanos, 9% pensa que a Wikileaks é uma coisa boa, 23% pensa que é destrutiva mas dentro da lei, 22% que é "traiçoeira" e, o mais importante, 42% não está seguro do que é exactamente a WikiLeaks. A página também oferece uma sondagem aberta ao mundo inteiro, com resultados totalmente diferentes: 48% coisa boa, 30% destrutiva mas legal, 16% traiçoeira e 6% não sabe.

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Apesar de não se ter oposto com firmeza ao golpe de estado que depôs Manuel Zelaya, a diplomacia dos EUA não tem dúvidas quanto ao carácter corrupto de presidente de facto, que terá "aproveitado a confusão da crise política para assinar contratos corruptos."

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Física quântica, guerra fria, julgamento em breve. E quatro anos a publicar, sem divulgar informação falsa ou colocar alguém em risco. Julian Assange numa entrevista densa ao The Observer, mas mais preocupado em seguir e participar no que se está a passar no Egipto.

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Michael Moore acusou Omar Suleiman, o vice-presidente nomeado por Hosni Mubarak, de gerir as operações de tortura de prisioneiros no Iraque, sob a alçada da CIA. Os telegramas da WikiLeaks indicam que Suleiman terá de facto ligações próximas com os serviços secretos americanos.

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Um artigo do jornal norte-americano The New America pergunta-se: Por que o FBI e os serviços secretos ingleses não caçam, com a mesma eficiência que mostram contra os activistas de Anonymous, os responsáveis dos ataques semelhantes que recebeu a pagina da WikiLeaks?"

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Numa altura em que os média de referência que iniciaram a divulgação dos telegramas diplomáticos da WikiLeaks escrevem editoriais a descrever o processo de colaboração, interessa fazer algumas comparações. Em termos do que o Departamento de Estado terá especificamente pedido aos jornalistas para não divulgar, é interessante concluir que possivelmente o que mais incomoda o governo americano é a prova de que o que a diplomacia diz em privado sobre o contraterrorismo contradiz o que é dito em público.

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Com os vizinhos Tunísia e Egipto a fervilhar de indignação popular perante décadas de regimes ditatoriais, Kadafi tem motivos para estar apreensivo. Telegramas revelados pela WikiLeaks indicam que os índices de corrupção, nepotismo e decadência são semelhantes aos dos regimes fronteiriços.

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“Mover uma acção judicial contra um funcionário do governo por divulgar segredos que jurou proteger é uma coisa. Mas, criminalizar a publicação de segredos por alguém que não tem obrigação oficial parece-me ir contra a Primeira Emenda e as melhores tradições do país.”

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Blogs brasileiros entrevistaram Julian Assange. O resultado é uma entrevista saborosa na qual ele explica por que trabalha com os grandes média – sem deixar de criticá-los –, e sentencia: distribuir informação é distribuir poder. Por Natália Viana

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Hoje, no Twitter, a WikiLeaks avisou que divulgara novos telegramas secretos sobre o Egipto. Começou com a publicação de dois telegramas: Brutalidade da policia no Egipto. Reunião privada de Mubarak com senador Lieberman.

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Um telegrama publicado pelo jornal norueguês Aftenposten indica que o Hamas terá problemas de liquidez financeira, e que os estará a tentar combater reforçando… as multas de trânsito.

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Sucedem-se as detenções de activistas associados ao movimento Anónimos, pela participação em acções de negação de serviço às entidades que boicotaram a WikiLeaks. Para além de a ilegalidade dos "ataques" ser discutível, não deixa de ser no mínimo irónico que as actividades deste grupo tenham, desde cedo, contribuído para a revolução em curso na Tunísia (e noutros países da zona).

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O prestigioso linguista norte-americano fala da legitimidade da WikiLeaks, de como a cobertura da informação é filtrada pela imprensa norte-americana e das consequências das revelações.

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A WikiLeaks vai responder a perguntas do público, via Twitter, na próxima terça-feira. As perguntas deverão ser enviadas por email ([email protected]) ou com o prefixo #wiquest no próprio Twitter até sábado. Esta primeira conferência de imprensa digital será também gravada e transmitida em vídeo.