wikibreves

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O presidente iraniano, depois de ganhar a sua segunda eleição, teria recomendado à Guarda Revolucionaria que fizesse algumas reformas, como aumentar a liberdade de imprensa para normalizar a situação social. Em resposta, o chefe da GR deu-lhe uma bofetada.

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A sede diplomática dos EUA na Turquia seria uma das principais plataformas onde se juntam dados sobre o Irão, revelam telegramas divulgados esta quinta-feira.

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O filho de Julius e Ethel Rosenberg, executados por espionagem em 1953, alerta: o Espionage Act tem sido usado para transformar a contestação em traição. As semelhanças entre este episódio e a saga de Julian Assange não são mera coincidência.

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A WikiLeaks veio comprovar que é cada vez mais difícil exercer o poder controlando a informação. E isso é que coloca de facto em causa a percepção da hegemonia dos EUA no mundo.

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Num longo artigo, Clint Hendler defende que a WikiLeaks veio demonstrar que o sistema de classificação da informação é um dos problemas da democracia, e que a reacção do governo americano põe de facto em causa a liberdade de informação.

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As agências governamentais dos EUA são um dos principais segmentos de mercado da Amazon.com, e a o exército americano aposta em produtos da Apple. Duas das empresas que recentemente assumiram o boicote à WikiLeaks. Leia na Wlcentral.

A fonte que cita o telegrama descreve Xi Jinping como um homem muito ambicioso que não está interessado no dinheiro, mas poderia ser corrompido pelo poder. Também diz que não tem interesse em enfrentar os EUA e que detesta a cultura dos novos ricos na China.

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Perante as incertezas que vão crescendo em torno do caso Bradley manning, o site FireDogLike está a reconstruir excertos de conversas, uma cronologia de eventos e outros dados que faltam para perceber o caso. A acompanhar.

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Um telegrama divulgado pela WikiLeaks revela que a Etiópia não tinha quaisquer intenções de invadir a Somália até ter sido pressionada nesse sentido pelos EUA. A versão oficial foi a de que os americanos haviam tentado dissuadir os etíopes.

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O IndoLeaks.org, uma versão indonésia da WikiLeaks, divulgou documentos secretos de 1975 em que Suharto tenta convencer os EUA que a única forma de deter o comunismo na região é invadir Timor Leste. O resultado é conhecido de todos.

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O advogado Glenn Greenwald demonstra que as acusações da antiga conselheira de George W. Bush não têm fundamento e lembra que se há quem acuse Assange de ter cometido crimes, não são menos os que dizem o mesmo em relação a Bush. Veja o vídeo aqui, em inglês.

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Ralph Nader lembra que a procuradoria geral dos EUA devia estar mais preocupada em investigar os crimes das grandes empresas financeiras do que em abrir precedentes legais cuja consequência óbvia é a censura na Internet. Leia aqui.

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Peter Kemp, membro da equipa da WikiLeaks, compila legislação de vários países contra o incitamento a execuções extrajudiciais, como os que que têm sido levado a cabo nos EUA contra Julian Assange e familiares e membros e apoiantes da WikiLeaks.

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Em 5 de Março de 2009, dois activistas de direitos humanos relacionados com a WikiLeaks foram mortos a tiro a menos de 2 km da residência do presidente Kibaki, do Quénia, quando se dirigiam a uma reunião da Comissão Nacional de Direitos Humanos.

O incidente ocorreu em Setembro 2007 e poderia ter sido o detonador de uma nova guerra no Médio Oriente. Depois de tê-lo escondido por sete meses, os EUA informaram os seus aliados.

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A China manteve o seu apoio económico aos EUA, com a compra de dívida norte-americana depois da queda da Lehman Brothers. Hillary Clinton: “?Como negociar duramente contra o teu banqueiro?”, referindo-se à China. Leia no El País.

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Telegramas divulgados pelo New York Times revelam casos de corrupção e promiscuidade política associados à DEA, a agência americana encarregue de levar a cabo a "guerra às drogas."

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O manuscrito do livro deve estar pronto em Março e o dinheiro será utilizado principalmente para a defesa legal do fundador da WikiLeaks. "Não queria escrever este livro, mais tenho de fazê-lo", declarou Assange.

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A activista Bianca Jagger questiona as intenções e seriedade do The Guardian ao publicar apenas excertos da informação que obteve relativamente às alegações contra Julian Assange. De fora ficaram a cronologia e a declaração da procuradora que excluiu a possibilidade de violação.