Neutralidade da Internet

Por três votos contra dois, a neutralidade da net ganhou uma importante batalha nos Estados Unidos contra os grandes distribuidores e produtores de conteúdos online.

O presidente norte-americano quer travar as intenções dos gigantes da distribuição de conteúdos de criar uma internet a duas velocidades. E propõe que a banda larga passe a ser classificada como um serviço essencial, à semelhança da eletricidade, água ou telefones.

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As novas normas sobre neutralidade da rede não devem ser tomadas como brincadeira, já que podem permitir a redes móveis bloquear por completo certos conteúdos.

Amy Goodman

 

Tim Berners-Lee diz que Facebook, LinkedIn, Friendster e outros põem em causa a universalidade da web criando “silos”, separados por um muro dos outros sites.

 

Há um perigo claro de que a Internet se encaminhe para a fragmentação, onde as empresas de telecomunicações determinam aquilo que as pessoas vêm na Web. Por Mark Weisbrot, Sacramento Bee.

Tim Berners-Lee, considerado o pai da web, defendeu em Londres a neutralidade da Internet. Em Portugal, o Bloco de Esquerda propôs na AR um projecto de resolução com esse objectivo.

Com a negociação em curso entre a Google e a Verizon, a neutralidade da Internet acaba de levar uma rasteira. Artigo de Hervé Le Crosnier, do Le Monde Diplomatique.

Falhas de privacidade do Google Buzz, concorrente do Facebook nas redes sociais, motivou processo judicial. O acordo judicial determina que a empresa pagará aos prejudicados e a organizações de defesa da privacidade.

O acordo entre a Verizon e a Google para um uso da Internet a duas velocidades pode significar o fim da net como a conhecemos até agora. Para Josh Silver, da Free Press, a Google junta-se às fileiras das más empresas que fazem tudo para lucrar à custa do consumidor. Entrevista da Democracy Now!