Ao querer retirar a CP das operações da Área Metropolitana de Lisboa, o Governo mostra intenções de liquidar esta empresa. Afinal, é mais fácil entregar o serviço a empresas privadas do que procurar resolver os problemas da Empresa Pública.

Milhares de pessoas concentraram-se em frente ao Parlamento no dia em que se discute o pacote laboral. José Manuel Pureza diz que o dia fica marcado pelo “conto do vigário do Chega”.

A bem mais grave subserviência é a que se manifesta quando o poder autárquico não tem um pensamento estratégico estruturado de defesa do interesse comumum em relação à sua zona ribeirinha e zonas contíguas.

Banco de horas individual e não reintegração nos despedimentos ilícitos mostram aproximação ao Governo e são propostas do Chega que prejudicam quem trabalha. 

Na cimeira que decorre em Bona para preparar a COP31, vemos diariamente como os países adotam posições cada vez mais rígidas que impedem qualquer avanço, um adiamento que não terá qualquer custo político se ninguém se aperceber.

Com o objetivo de tomar 70 por cento do território de Gaza, o exército israelita está a abrir fogo contra civis palestinianos apanhados de surpresa pela “Linha Amarela” em constante expansão.

No debate quinzenal com o primeiro-ministro, Fabian Figueiredo desafiou Montenegro a trazer ao Parlamento o imposto que prometeu para taxar os lucros extraordinários das empresas que estão a ganhar com a crise.

Pela crueldade das propostas incluídas, a PSU assume o claro objetivo de disciplinar e privatizar os mecanismos de solidariedade coletiva. Também aqui o que é de todos (a segurança social) é posto ao serviço de interesses privados, abrindo caminho à legalização do trabalho não remunerado.

Os apoiados passaram de 85 para 65 num ano. Um fotógrafo de 78 anos tentou pôr fim à vida depois de ver o subsídio reduzido de 470 para 128 euros. O Bloco de Esquerda exige explicações ao Ministério da Cultura, Juventude e Desporto.

Com Catarina Martins. Inscrições aqui.
Alcorriol, Parque das Abertas, 12h30