Nas eleições de 6 de outubro de 2019 e faltando ainda contar os votos da emigração, o Bloco de Esquerda obtém 492.487 votos e 9,67%, elegendo 19 deputadas e deputados. Em 2015, o Bloco tinha tido 549.878 votos, 10,22% e também 19 eleitos.
A Climáximo participa esta segunda-feira numa ação de desobediência civil. Os defensores do clima bloquearam a zona do complexo governamental conhecido como Nuevos Ministerios em Madrid. Exigem medidas imediatas para ultrapassar a “inação governamental”.
Bloco de Esquerda consolida-se como terceira força política em Portugal, numa noite eleitoral em que o PS não alcança a maioria absoluta. Estas eleições culminaram numa derrota histórica da direita e na entrada de três novos partidos no parlamento.
Catarina Martins reagiu aos resultados eleitorais sublinhando a “derrota histórica da direita” e a consolidação do Bloco como terceira força política. Para além disso, afirmou a disponibilidade do Bloco para trabalhar na continuidade da reposição de direitos e dar estabilidade ao país.
Jorge Costa, diretor de campanha do Bloco de Esquerda, perante as primeiras sondagens destas legislativas, sublinhou a confirmação do Bloco enquanto terceira força política e a derrota histórica da direita.
Na primeira reação da noite, dedicada aos números da abstenção, Joana Mortágua considerou que o aumento da abstenção “é uma preocupação constante da democracia”. Por isso, é preciso uma “reflexão profunda” sobre este "factor negativo do ponto de vista democrático".
Metade das estações de metro encerradas, principais avenidas cortadas, gás lacrimogéneo no ar e múltiplos confrontos com a polícia. A “lei de emergência” trouxe o caos a Hong Kong.