1. O PS ganhou as eleições sem maioria absoluta. Esse objetivo foi cumprido, com o contributo decisivo do Bloco de Esquerda. António Costa formará Governo e resta saber como vai querer negociar soluções daqui para a frente.
Jair Bolsonaro deu a entender que não assinará o diploma do Prémio Camões que Chico Buarque venceu este ano. Cerimónia será em Portugal, mas ainda não tem data marcada.
Começaram os bombardeamentos da aviação turca, com a cumplicidade de Moscovo e Washington, contra as forças curdas no nordeste da Síria. Conselho de Segurança da ONU vai reunir na quinta-feira.
O The Guardian acedeu a documentos que revelam as contradições e fragilidades que a UE encontrou no plano de Boris Johnson, primeiro-ministro britânico, para o Brexit. A rejeição do organismo é absoluta, não há uma base sólida de negociação.
Segundo a imprensa internacional, o ministro do Turismo brasileiro criou candidaturas falsas de forma a poder receber verbas estatais. Estas terão sido usadas nas despesas de campanha de Bolsonaro à presidência.
A proposta apresentada pelos grupos socialista e da esquerda unitária é uma das três finalistas. A decisão sobre o vencedor será apresentada no dia 24 de outubro.
Ao sexto dia de protestos contra as medidas do pacote do governo e do FMI, Lenin Moreno mudou o governo para Guayaquil e acusa o seu antecessor Rafael Correa e o presidente venezuelano Nicolás Maduro de estarem por detrás da revolta.
Especialistas brasileiros que trabalham sobre a política de proteção indígena alertaram esta semana para um “genocídio em curso” que decorre contra tribos isoladas, por cortes de investimentos na área e por interferências “ideológicas” na atuação da Funai .