Parlamentares

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"O que interessa a uma certa elite europeia e ao primeiro-ministro português é prosseguir o caminho de empobrecimento", concluiu João Semedo no debate quinzenal com Passos Coelho.

Luís Fazenda acusa as bancadas do CDS e PSD de pretenderem privatizar os baldios de forma encapotada.

Pedro Filipe Soares diz que o Governo ataca os funcionários públicos para tapar a sua incompetência, que resulta neste Orçamento Retificativo.

A deputada Alda Sousa questionou o parlamento europeu e afirmou: “Não há direitos a dobrar, mas também não há direitos pela metade, nem mais nem menos, direitos iguais”.

A coordenadora bloquista confrontou Passos Coelho com as privatizações a preço de saldo, as consequências dos cortes na Saúde e nas bolsas de investigação e o autoritarismo do Governo que impõe o retrocesso na lei da coadoção.

Durante a manifestação de solidariedade com as mulheres espanholas promovida pelo GUE/NGL, as eurodeputadas do Bloco de Esquerda criticaram a proposta de contra reforma da lei do aborto, lançada pelo governo de Mariano Rajoy, que representa um retrocesso de três décadas nos direitos das mulheres.

A eurodeputada bloquista confrontou Jean Claude Trichet na comissão de avaliação da troika com as suas responsabilidades na crise do euro.

Luís Fazenda critica a recusa dos partidos que apoiam o Governo em vincular os professores contratados, como exige a justiça da União Europeia.

Onde está o regime extraordinário para ajudar as famílias com dificuldades de pagar as suas casas que a maioria impôs à AR há pouco mais de um ano?, pergunta o deputado Pedro Filipe Soares, sublinhando que o crédito malparado na habitação atingiu valores recorde.

"A fantasia do Governo sobre o regresso aos mercados está desfeita", acusou Catarina Martins, instando Passos Coelho a revelar "o que PSD e CDS tentam esconder dos portugueses".

A coordenadora do Bloco de Esquerda acusa o primeiro-ministro Passos Coelho de "hipocrisia institucional" e de ser subserviente à política da troika.

Marisa Matias intervém em Estrasburgo contra "a entrega ao desbarato" dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo.

A deputada Mariana Mortágua denuncia as escolhas do governo no OE para 2014: “Não há dinheiro para salários, mas entregam-se 1.000 milhões para cancelar contratos especulativos. Não há dinheiro para pensões mas entregam-se 700 milhões ao Banif e esses nem entram para défice.”

Dezenas de pessoas protestaram na Assembleia da República, interrompendo o vice primeiro ministro Paulo Portas e gritando: “Está na hora de o governo se ir embora”.

A deputada Mariana Aiveca intervém na reunião plenária para apresentação e discussão na generalidade do Orçamento de Estado para 2014.

Intervenção de Pedro Filipe Soares na Reunião Plenária sobre o Orçamento de Estado 2014.

A deputada Mariana Mortágua intervém na Reunião Plenária do Orçamento de Estado para 2014.

A deputada Mariana Mortágua defende o projeto de lei do Bloco que "estabelece as condições de salvaguarda dos monopólios naturais no domínio público do Estado".

“A privacidade é um direito fundamental de todos os cidadãos”, por isso “não devemos ficar apenas chocados quando a Srª Merkel telefona ao Sr. Obama para saber se o seu telefone foi ou não escutado”, sublinhou Marisa Matias no plenário do Parlamento Europeu.

O coordenador nacional do Bloco de Esquerda diz que a austeridade é um "filme de terror" e acusa o primeiro-ministro Passos Coelho de não ter "legitimidade política, nem democrática para impor mais um programa seja cautelar ou de resgate".