Parlamentares

Os vídeos do parlamento

José Soeiro apresenta o Projeto de Lei n.º 307/XIII/2.ª do Bloco de Esquerda que pretende criar um novo regime jurídico para combater o assédio no local de trabalho.

Intervenção do deputado Heitor de Sousa no debate de urgência, agendado pelo Bloco de Esquerda, sobre transportes públicos.

"A Organização Internacional do Trabalho diz que cabe à política nacional conseguir contratos permanentes e efetivos para estes trabalhadores", recordou Catarina Martins no debate quinzenal com o primeiro-ministro na Assembleia da República.

"A Organização Internacional do Trabalho diz que cabe à política nacional conseguir contratos permanentes e efetivos para estes trabalhadores", recordou Catarina Martins no debate quinzenal com o primeiro-ministro na Assembleia da República.

Na intervenção sobre o programa de governo do PS, Catarina Martins reafirmou os compromissos assumidos na campanha eleitoral com os eleitores bloquistas.

Reportagem da apresentação da candidatura de Marisa Matias a Presidente da República | Auditório da Biblioteca Almeida Garrett - Porto.

Durante o debate do Relatório sobre o Semestre Europeu para a Coordenação das Políticas Económicas: aplicação das prioridades para 2016, na sessão plenária de Estrasburgo, a eurodeputada defendeu que "continuar este caminho de uma mão muito forte com os mais fracos, de castigo e de penalização, e uma mão muito leve com os mais fortes é um caminho para a desagregação da União Monetária e da própria União Europeia".

A eurodeputada do Bloco apresentou propostas para aumentar a transparência nos acordos fiscais entre países e criticou a “corrida para o fundo” da competição fiscal em curso na Europa, em que as multinacionais abusam à custa dos Estados e da sobrecarga fiscal sobre quem trabalha.

Intervenção de Pedro Filipe Soares após a eleição de Ferro Rodrigues para presidir à Assembleia da República

Marisa Matias justifica o voto contra o relatório sobre prioridades para 2016 do Semestre Europeu por ter a austeridade como fio condutor e dividir os países entre os deficitários pecadores e virtuosos superavitários.

Marisa Matias questiona o Conselho Europeu: “Existe, ou existirá algum dia, uma acção concertada por parte das instituições europeias e dos governos europeus para, não apenas uma condenação, mas uma moratória à venda de armas para os territórios em conflito? Haverá uma moratória à compra de petróleo dos territórios ocupados pelo 'estado islâmico'?” As perguntas ficaram sem resposta.

Marisa Matias intervém no Parlamento Europeu sobre a situação humanitária dos refugiados em vários países da União Europeia.

Marisa Matias denuncia no PE “a repressão, as detenções arbitrárias, os ataques à liberdade de expressão, a violação à liberdade de associação” em Angola, assim como “a forma como tem tratado os ativistas”, salienta que o regime angolano é já “um regime totalitário”e aponta: “Democracia e direitos humanos são para respeitar e levar a sério”.

Marisa Matias refere, no Parlamento Europeu, um relatório das Nações Unidas que “alertou para o facto da faixa de Gaza poder tornar-se inabitável em menos de 5 anos, devido às três guerras que se sucederam” e aponta que “as vendas de armamento europeu ao Estado de Israel continuam a aumentar”.

Marisa Matias salienta a “vitória importantíssima no Parlamento Europeu”, ao reconhecer a água como direito humano. A eurodeputada aponta que os deputados do PSD e do CDS não conseguiram “eliminar a referência à necessidade de parar os processos de privatização da água na Europa”. Leia também notícia no esquerda.net

Helena Pinto acusa a direita de criar obstáculos ao processo da Interrupção Voluntária da Gravidez, ao introduzir a obrigatoriedade de consultas médicas para dissuadir as mulheres da sua decisão.

Marisa Matias afirmou no parlamento europeu: “A UE nunca foi um projeto democrático, mas prezava a união de Estados democráticos. Aquilo a que assistimos [nas negociações com a Grécia] foi exatamente a negação dessa união de Estados democráticos. Começámos a dizer adeus ao projeto da União Europeia”.

Promessas quebradas, privatizações ruinosas, o buraco do BES pago pelos contribuintes e a restruturação da dívida da banca, que o governo recusa à Grécia, foram os temas desta intervenção no debate sobre o estado da nação.