Blogosfera

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Uma seleção de posts publicados em blogues portugueses.

Quem conhece a guerra saúda qualquer cessar-fogo, por muito breve que seja. Mais uma vez vamos ter de esperar para ver no que dá. Não seria honesto dizer que existe esperança de um verdadeiro e prolongado cessar-fogo. Por José Manuel Rosendo no blog Meu Mundo Minha Aldeia.

Paul Krugman reflete sobre a decadência da República de Roma e a democracia nos EUA, publicado no blog do NYTimes - The Conscience of a Liberal.

João Ramos de Almeida explora argumentos sobre o Salário Mínimo Nacional no blog Ladrões de Bicicletas.

O debate no Parlamento, da iniciativa do PCP, sobre o Salário Mínimo Nacional (SMN), foi elucidativo do pensamento da direita. A sua tentativa é, sempre na prática, evitar que suba, embora sempre fingindo que tem de ser um assunto a negociar entre confederações e sindicais. Por João Ramos de Almeida, publicado no blogue Ladrões de Bicicletas.

O Estado Islâmico foi corrido da cidade. Ficou a destruição. Desolação absoluta. Não há gaz nem electridade, a população abandonou a cidade. Por José Manuel Rosendo, publicado no blogue meu Mundo, minha Aldeia.

Estamos perante a progressiva passagem de uma lógica de Estado social universal, vinculado ao trabalho, para uma lógica assistencial, com a generalização da condição de recursos, marca de água da degradação dos sistemas de provisão. Por João Rodrigues, em Ladrões de Bicicletas.

A Segurança Social não foi concebida para ser um programa de garantia de bem-estar para os mais desfavorecidos da sociedade, o que a colocaria recorrentemente sobre pressão para a sua eliminação. Por Ricardo Cabral em blogues.publico.pt

Faz precisamente este mês sete anos de vigência do regime fiscal dos residentes não habituais. (...) O incentivo fiscal corresponde a uma taxa de IRS de 20%, independentemente do valor do rendimento, aplicável durante 10 anos e renováveis a partir daí, ou seja, eternamente. Postado por João Ramos de Almeida em ladroesdebicicletas.blogspot.pt

Para “início de conversa”: ligo a Al Jazeera e oiço “100 mortos no sábado, 85 este domingo”; há informação confirmada da utilização de bombas de desfragmentação; as Nações Unidas alertam para mais de um milhão de pessoas sem água. Tudo isto em Aleppo. Quem pensa que já é suficientemente mau, prepare-se para que seja pior. Artigo de José Manuel Rosendo, publicado no blogue meu Mundo minha Aldeia.

As famosas agências de rating andam mais caladas mas, tal como não há vazios em política, também não pode haver vazios na arte de agitar papões frente ao nariz dos que se comportam fora dos padrões considerados aceitáveis. Mas para que não nos falte nada, o recente silêncio das agências é substituído pelo ruído da Comissão Europeia. Publicado por José Manuel Rosendo no blog meu Mundo minha Aldeia.

Há alguns factores que afectam de modo particularmente relevante a economia portuguesa. Eis cinco factores que me parecem fundamentais ter em conta. Postado por Ricardo Paes Mamede em Ladrões de Bicicletas

Tenho (...) dificuldade em encontrar uma explicação lógica para alguns alinhamentos de protagonistas nacionais com as políticas e os políticos de alguns países. (...) uma das dificuldades mais complexas tem a ver com alguma esquerda que fica toda eriçada quando Vladimir Putin é visado num qualquer argumento político. Publicado por José Manuel Rosendo em meu Mundo minha Aldeia

Por ocasião do 80º aniversário do Massacre de Badajoz, a Associação para a Recuperação da Memória Histórica da Extremadura escreveu uma carta a António Costa pedindo que o governo português condene, “de forma simbólica e pública”, a ajuda que Salazar deu aos franquistas. Publicado por Joana Lopes em Entre as Brumas da Memória

Em 12 de agosto de 1936, as tropas nacionalistas começaram o assalto a Badajoz(...) Quando a cidade se rendeu, todos os que tinham resistido foram levados para a praça de touros, ou para as imediações do cemitério, para serem executados ─ no dia 14 de agosto de 1936. Publicado por Joana Lopes em entreasbrumasdamemoria.blogspot.pt a 14 de agosto de 2015

O que está a acontecer no “Comboio da Ponte” é o mesmo que aconteceu na Linha de Cascais na década de 70. Com o aproximar do fim da concessão, o concessionário deixa de investir na manutenção corrente do material circulante e depois o Estado retoma tudo altamente degradado e arca com os custos da sua renovação total. Artigo de António Alves, publicado em aventar.eu