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Mariana Avelãs

Tradutora

Artigos do Autor(a)

26 de Novembro, 2013 - 15:42h

Há exatamente 20 anos, eu tinha 19, e apanhava o meu primeiro enxerto de porrada da polícia. Em 1993, era a brincar — agora é a sério.

10 de Junho, 2012 - 10:51h

Se numa auditoria à divida se detetam práticas ilegais, a ação judicial consequente cabe aos tribunais. E é, por si só, uma vitória — da transparência, da informação, do combate à impunidade. Porém, é uma vitória de Pirro se se fica por aí. Publicado em IAC.

11 de Outubro, 2010 - 00:37h

Enquanto houver Estados para quem a justiça passa por condenar um crime com outro igual, não basta dar o exemplo — é preciso dar testemunho desse exemplo e mostrar que não toleramos a barbárie, seja onde for.

13 de Setembro, 2010 - 00:27h

A declaração [da ETA] ficou aquém das expectativas, ao não corresponder ao apelo da Declaração de Bruxelas, que pedia um "cessar fogo permanente e incondicional", mas é sem dúvida um passo importante rumo a um processo de paz digno desse nome.

16 de Agosto, 2010 - 10:45h

Agosto é o mês internacional da amamentação. Pode parecer assunto típico do auge da silly season,mas há toda uma dimensão política a ter em conta antes de encolher os ombros.

19 de Julho, 2010 - 00:33h

Insustentável é uma sociedade que não assume que as leis laborais de protecção à parentalidade não são privilégios, mas um direito básico… das crianças.

20 de Junho, 2010 - 21:07h

A verdade é que ao longo de toda a história da Irlanda do Norte a intervenção britânica se pautou pelo apoio a um apartheid claro na província.

24 de Maio, 2010 - 11:06h

Há quem não tenha mais nada para fazer do que ir passar os dias em frente a uma clínica em Lisboa onde se fazem interrupções voluntárias da gravidez.

26 de Abril, 2010 - 15:26h

Comparada com a vida num call center ou numa caixa de supermercado, a situação dos bolseiros de investigação é uma espécie de precariedade de luxo. Mas não deixa de ser dramática - e não só para quem a vive.

29 de Março, 2010 - 00:00h

Dar sangue não é um direito. É um dever cívico, e pode salvar vidas. Mas como o sangue pode também ser um meio de transmissão de doenças, uma política de sangue responsável terá de ter como objectivo o maior número de recolhas com a maior segurança possível. E uma política assim só pode ser definida com critérios científicos e rigorosos.

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