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Mário Tomé

Coronel na reforma. Militar de Abril. Escreve com a grafia anterior ao acordo ortográfico de 1990

Artigos do Autor(a)

8 de Julho, 2010 - 14:25h

Neste processo só há uma saída de Direito: reabilitação do Capitão Artur Garcia Gomes, reconhecimento do seu contributo para a liberdade e reintegração na Força Aérea, sua única exigência, aliás.

17 de Março, 2010 - 00:00h

A luta genuína dos oprimidos tem uma característica singular que dificilmente permite enganos ou manipulações: ela é assumida como uma questão de vida ou de morte.

7 de Dezembro, 2009 - 00:00h

O PS está com maioria relativa, impossibilitado de governar como nos últimos quatro anos e meio, indiferente a tudo e todos excepto aos interesses do capital financeiro e da NATO.

27 de Setembro, 2009 - 00:00h

Chegámos ao fim da campanha eleitoral. Apesar dos casos o Bloco não se distraiu e divulgou consistentemente o seu programa.

25 de Abril, 2009 - 00:00h

Há trinta e cinco anos derrubou-se o muro que nos impedia de sair de uma guerra ignóbil e nos prendia na nossa própria pátria.

17 de Abril, 2009 - 00:00h

O Afeganistão sempre foi o cemitério de todos os invasores, desde Alexandre Magno aos Soviéticos, passando por Gengis Khan e a Grã-Bretanha.

6 de Abril, 2009 - 00:00h

A proposta de promoção a general do Coronel Jaime Neves tem o apoio unânime do Conselho dos  Chefes de Estado Maior, foi lançada segundo consta nos jornais por gurus do regime pós novembrista, como Ramalho Eanes e Rocha Vieira, e justificada publicamente, entre outros, por generais na reserva que detiveram altos cargos como o ex-Chefe do Estado Maior General das Forças Armadas General Gabriel Espírito Santo e o ex Chefe do Estado Maior do Exército e ex-Ministro da Defesa General Loureiro dos Santos.

25 de Março, 2009 - 00:00h

Faz agora dez anos que teve início a agressão militar dos EUA à Europa que iria durar até ao dia 6 de Junho de 1999.

16 de Agosto, 2008 - 00:00h

O conflito entre a Rússia e a Geórgia faz lembrar, de certa forma, os tempos da "guerra fria". Até as reacções das diferentes correntes políticas, alinhamentos político/ideológicos e linhas editoriais deram um cheirinho a um tempo que já passou. Parece que se sentem órfãos desses tempos que já não voltam. Mas esta crise vem confirmar a marcha sem freio da arbitrariedade que, sob a égide e a imposição da superpotência imperial, os EUA, parece querer apoderar-se das relações internacionais.

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