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Joseph Stiglitz

Economista

Foi presidente do Conselho de Assessores Económicos (Council of Economic Advisers) no governo do Presidente Clinton (1995-1997), Vice-Presidente Sênior Para Políticas de Desenvolvimento do Banco Mundial, onde se tornou seu economista chefe. Recebeu, juntamente com A. Michael Spence and George A. Akerlof, o Prémio de Ciências Económicas, imprecisamente também chamado de "Prêmio Nobel de Economia" em 2001 "por criar os fundamentos da teoria dos mercados com informações assimétricas". Stiglitz defende a nacionalização dos bancos americanos e é membro da Comissão Socialista Internacional de Questões Financeiras Globais.

Stiglitz formou-se no Amherst College (B.A., 1964), em Massachusetts, e no Massachusetts Institute of Technology (Ph.D., 1967). O estilo acadêmico característico do MIT - modelos simples e concretos, que objetivam responder questões econômicas relevantes - agradou a Stiglitz e muito contribuiu para o desenvolvimento de seu trabalho posterior.[2] Foi agraciado pela Fullbright Comission com uma bolsa de estudos para Cambridge, onde estudou de 1965 a 1966. Stiglitz lecionou em várias importantes universidades americanas, dentre elas Yale, Harvard e Stanford. Em 2001 Stiglitz tornou-se professor de economia, administração de empresas e negócios internacionais na Columbia University em Nova York.

Artigos do Autor(a)

15 de Fevereiro, 2016 - 21:25h

Desde 2008, nenhuma das políticas “contra a crise” ousou questionar o papel dos bancos e da aristocracia financeira. Reforçados, eles ameaçam provocar novos desastres. Há alternativas. Por Joseph E. Stiglitz

19 de Fevereiro, 2010 - 00:00h

A menos que haja uma regra para os grandes e poderosos e outra para os pequenos, a União Europeia deve apoiar a nova liderança de Atenas.

4 de Fevereiro, 2010 - 00:00h

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