Era já do conhecimento público que Portugal é um país onde a desigualdade entre os mais ricos e os mais pobres é muito profunda, mas agora é o próprio Banco Central Europeu (BCE) que vem dizer que 1/4 da riqueza do país está na posse de apenas 1% da população.
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Foi um pouco menos de 34%, os eleitores portugueses que foram votar nas eleições para o Parlamento Europeu, no domingo passado. Muitas são as razões que podem ser aduzidas para tentar explicar o grande afastamento dos cidadãos face a estas eleições.
O chamado Documento de Estratégia Orçamental para os próximos quatro anos, acorrenta Portugal à austeridade comandada pelos interesses das instituições europeias, com a necessidade de cortar dois mil e quinhentos milhões de euros de despesa.
Para combater de forma eficiente as inúmeras formas de corrupção, que a democracia tem de enfrentar é necessário contar com uma justiça célere, sem o que a vitória será sempre dos corruptos e dos corruptores.