Pequenas e médias empresas. PME. Muito tem sido e continua a ser invocada esta sigla. E justifica-se. Dado o peso das PME no tecido empresarial português, são estas que são determinantes na criação e manutenção de emprego.
O SNS é a humanização do Estado nas condições de trabalho dos seus trabalhadores e na resposta aos cidadãos, naquilo que neles, como pessoas que são, é mais intrinsecamente humano e humanizante, a sua saúde, a sua vida.
Se nos “tempos modernos” de Charlot e da Ford Motor Company os trabalhadores podiam pensar livremente mas não podiam falar, agora, em muitos call centers, os trabalhadores podem (devem) falar mas não podem pensar livremente… o que falam.
Não é possível escamotear o quanto a qualidade do emprego, o “melhor emprego”, tem sido prejudicada pela crescente desregulamentação de direitos associados ao trabalho e que o Governo mantém por reverter.
Já se tornou banal vermos estabelecido um “Dia” para cada coisa e, às vezes, até um dia para várias. Talvez também por isso, depois, nos esqueçamos todos os dias de todas essas coisas.
“O que é que sente?” Em regra, em qualquer unidade de saúde ou consultório, é esta a primeira pergunta que, provavelmente há séculos, vimos a ouvir de todos os médicos.
Sabe-se há muito por que tanto arde: as tais razões estruturais relacionadas com o estado da floresta e da agricultura e, subjazendo-lhes, o condicionalismo demográfico, económico e social do interior.
Não é só agora, que o trabalho está a “desaparecer”. Há muito que ele anda “desaparecido”. Não tanto pela explicação, “clássica”, do muito desemprego que grassa mas por outra razões mais sub-reptícias.