Uma das promessas de campanha do presidente Barack Obama foi proteger a liberdade na internet. Em dezembro de 2010, pode-se dizer que o presidente dos Estados Unidos não está a cumprir esse compromisso.
Graças às mensagens diplomáticas publicadas pelo WikiLeaks recentemente, os Estados Unidos, o maior contaminador da história do planeta, está envolvido em "um negócio muito, muito sujo".
Wendel Potter, ex porta-voz da gigante dos seguros de saúde Cigna, mencionou uma reunião de estratégia industrial na qual se tratou do tema de como responder ao documentário “Sicko”, de Michael Moore.
Vários documentos secretos do Kopassus mostram o nível de repressão política violenta exercida por este comando especial das forças armadas, agora, pela primeira vez em mais de uma década, com o apoio dos EUA.
“Guantánamo vai continuar aberta no futuro imediato”, disse esta semana um funcionário não identificado da Casa Branca ao “Washington Post”. Para ter um exemplo de como proceder com a tristemente célebre base naval norte-americana em Cuba, o Presidente Barack Obama devia olhar para um velho edifício da armada argentina em Buenos Aires.
As [últimas] eleições legislativas foram as mais caras na história dos Estados Unidos: custaram quase 4 mil milhões de dólares, dos quais 3 mil milhões foram gastos em publicidade.
“Não posso entender que Blair ainda tenha vida pública. Parece-me que um político que tenha levado o seu país à guerra, utilizando pretextos falsos, cometeu o maior dos pecados”, diz o escritor.