Para lá dos feitos associados à conquista do espaço, da investigação associada aos voos espaciais tripulados resultaram tecnologias que melhoraram a vida do cidadão comum cá em baixo na Terra.
Trabalhadores subcontratados fazem o trabalho mais perigoso, recebem salários menores, suportam doses bem acima de qualquer um dos funcionários da central. E acontecem acidentes.
Têm-se alimentado muitos fantasmas sobre as virtudes da organização da sociedade japonesa, mas a realidade é que o Japão apresenta um dos piores registos de acidentes graves na indústria nuclear.
A informação vai saindo a conta-gotas, mas é já uma certeza a ocorrência de um incêndio na central de Onagawa e a existência de problemas muito graves de arrefecimento em dois reactores da central de Fukushima, onde se produziu uma violenta explosão.
A Agência Internacional de Energia estima que o consumo de petróleo aumente cerca 1,5% por ano e que a capacidade de produção suba apenas cerca de 0,4% ao ano. A este ritmo poderá verificar-se uma situação de penúria dentro de 5 anos.
A 17 de Janeiro de 1966, um bombardeiro B52 da Força Aérea dos EUA colidiu com um avião cisterna KC-135. Ambos os aparelhos foram destruídos. O B52 transportava quatro bombas termonucleares Mk 28. Três bombas caíram junto à aldeia piscatória de Palomares na Andaluzia, Espanha.
O ano de 2010, juntamente com 2005, registou uma temperatura média global (temperatura continental e oceânica) de 0,62ºC acima da média de temperaturas do século XX.
O mais potente reactor nuclear do mundo é também o reactor mais caro concebido até hoje. Foi este tipo de reactores que foi proposto há cerca de cinco anos como uma solução energética mais barata para Portugal.
Foi divulgado o relatório de 2010 da UNESCO dedicado à Ciência. O relatório analisa o estado e a evolução da investigação científica em todo mundo. As conclusões relativas à Europa são em parte animadoras e parcialmente frustrantes.