A CGTP tomou esta segunda-feira posição sobre os resultados eleitorais salientando que “existem condições para ir além do que aconteceu nos últimos quatro anos”. A rejeição da maioria absoluta significa que “a estabilidade económica e social não é compatível com a política laboral de direita.”

É um Joker bem diferente, este que Joaquin Phoenix compõe no filme homónimo de Todd Phillips. Artigo de Paulo Portugal, no Festival de San Sebastian.

Manuela Silva foi Secretária de Estado para o Planeamento no I Governo Constitucional e dinamizadora de estudos sobre a pobreza em Portugal. Foi investigadora e professora catedrática no ISEG.

A menos que queira concretizar o que o primeiro-ministro sugeriu misteriosamente, uma crise política programada para daqui a dois anos, o novo Governo terá de contribuir para entendimentos sólidos sobre as questões mais difíceis que ficaram fora da agenda do mandato anterior.

Iniciou-se esta segunda-feira um período de duas semanas de protestos promovidos pelo movimento Extinction Rebellion. Cidades de 60 países do mundo vão assistir a ações de desobediência civil em nome da emergência climática.

A partir da próxima semana, a greve dos professores às horas extraordinárias regressa. Há cerca de um ano que os professores mantêm esta forma de luta contra “abusos e ilegalidades nos horários de trabalho”.

As forças militares dos EUA vão retirar do nordeste da Síria e abandonar as forças curdas que foram suas aliadas no combate ao Estado Islâmico a uma ofensiva turca. União Europeia manifestou-se contra a invasão e ONU prepara plano de contingência dizendo-se “preparada para o pior”.

Imprensa internacional destaca a falta de maioria absoluta do Partido Socialista e a queda dos partidos de direita na sua cobertura dos resultados eleitorais em Portugal.

O Sindicato dos Jornalistas diz que a Direção de Recursos Humanos da RTP mente sobre a situação de vários precários. Por isso, em comunicado de imprensa revelado pelo Correio da Manhã afirma que “não existirem condições de confiança e transparência” para que se negoceie com este órgão.

Ouve aqui o podcast do debate “50 anos de crise académica”, com Manuela Cruzeiro e Miguel Cardina.