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Precariedade no Ensino Superior

A precariedade é dominante no Ensino Superior e na Ciência. As lutas contra essa situação aumentaram e abriu-se uma possibilidade de mudança com os acordos à esquerda. Ajudar a avaliar essa situação e as medidas necessárias para mudar de rumo é o objetivo deste dossier.
Dossier Precariedade no Ensino Superior
Dossier Precariedade no Ensino Superior

Neste dossier, publicamos alguns artigos novos e republicamos outros que já divulgámos.

No artigo Diagnóstico da Precariedade no Ensino Superior, o deputado Luís Monteiro analisa a situação e os números da precariedade, relaciona o desinvestimento no Ensino Superior e na Ciência com a desindustrialização do país e aponta medidas para combater a precariedade.

Em A Universidade Precária, Gonçalo Velho, dirigente do SNEsup, realça que temos uma universidade precária e com tendência para a precarização, alerta que “faltam poucos anos para termos bolseiros e investigadores precários a entrar na reforma” e aponta que “é tempo de olhar de frente para a realidade e mudar de rumo”.

A Reportagem: Bolseiros de investigação constitui um olhar sobre a precariedade neste setor e como ela afeta vidas pessoais e profissionais.

No artigo Sobre o trabalho docente não-remunerado na universidade portuguesa, José Neves analisa a situação e aponta que "as Universidades devem impedir o trabalho docente não-remunerado, de modo a proteger os inúmeros investigadores que para tal não se disponibilizam". Enquanto em SNESup quer inspeção a docentes sem remuneração, se reporta uma denúncia do sindicato, que critica o ministro.

Por fim, Bolseiros viram as suas expectativas defraudadas, a intervenção crítica do deputado Luís Monteiro, em janeiro passado, sobre o diploma do emprego científico que não cumpriu os objetivos.

Resto dossier

Precariedade no Ensino Superior

A precariedade é dominante no Ensino Superior e na Ciência. As lutas contra essa situação aumentaram e abriu-se uma possibilidade de mudança com os acordos à esquerda. Ajudar a avaliar essa situação e as medidas necessárias para mudar de rumo é o objetivo deste dossier.

A precariedade no Ensino Superior e na Ciência proliferou de forma gritante nos últimos anos

Diagnóstico da Precariedade no Ensino Superior

A precariedade no Ensino Superior e na Ciência proliferou de forma gritante nos últimos anos. A esmagadora maioria dos trabalhadores científicos em Portugal não tem um contrato de trabalho. Por Luís Monteiro.

A Universidade Precária

A universidade que temos hoje é uma universidade precária e com tendência para a sua progressiva precarização. Chegados aqui, é tempo de olhar de frente para a realidade e mudar de rumo. Por Gonçalo Velho, presidente do SNESup

Reportagem sobre os bolseiros de investigação

Reportagem: Bolseiros de investigação

Reportagem com investigadores em diferentes fases da carreira sobre a forma como a precariedade, transversal ao setor, afeta as suas vidas pessoais e profissionais.

"As Universidades devem impedir o trabalho docente não-remunerado, de modo a proteger os inúmeros investigadores que para tal não se disponibilizam"

Sobre o trabalho docente não-remunerado na universidade portuguesa

Tal como o Estado deve privar alguém da liberdade de ser remunerado abaixo do salário mínimo (...) as Universidades devem impedir o trabalho docente não-remunerado. Por José Neves

SNESup quer inspeção a docentes sem remuneração

O sindicato critica o ministro do Ensino Superior por ter dito que situação dos professores universitários sem remuneração não é ilegal.

Luís Monteiro na manifestação da ABIC, 18 de janeiro de 2017

Bolseiros viram as suas expectativas defraudadas

Luís Monteiro criticou o governo na AR, afirmando que “o diploma [do emprego científico] publicado não cumpre os objetivos que enuncia”. No final do debate parlamentar, o ministro da Ciência admitiu a possibilidade de aceitar alterações propostas pelo Bloco sem confirmar concretamente quais.

Comentários

Boa tarde,
Tenho um filho e nora ambos doutorados, ele em engenharia ela em Matemática: Têm 36 anos de idade, ambos tem empregos precários no Estado na investigação e no ensino superior respectivamente. Não podem ter filhos porque não têm estabilidade profissional, nem psicológica dado que, a qualquer momento podem ser dispensados. Eles e outros jovens não sabem o que hão-de fazer à vida. O meu segundo filho licenciado em Biologia teve que emigrar para o Reino Unido porque o País onde nasceu não lhe deu quaisquer oportunidades de emprego. É poliglota, trabalha numa empresa americana e está no pós-laboral a estudar (na área de recursos humanos) para lhe dar polivalência no futuro.
Triste vida a dos nossos jovens, salvo aqueles que tem pais, tios, primos e outros familiares na política, esses sim, têm garantia de emprego e normalmente quando entram no mercado de trabalho no público e, sem qualquer tipo de experiência laboral passam de imediato a serem 'técnicos' de qualquer coisa. Uma tristeza não do País que é excelente, mas das pessoas que mandam nele.
Cumptos
Maria Helena Costa

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