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Trabalhadores da EGEAC contra concessão do Maria Matos

Quase 60 por cento dos trabalhadores da Empresa e Gestão de Equipamentos e Animação Cultural (EGEAC) subscreveram um abaixo-assinado – entregue esta quarta-feira à vereadora da Cultura -, onde contestam a concessão do teatro Maria Matos a privados.

Quase 60 por cento dos trabalhadores da Empresa e Gestão de Equipamentos e Animação Cultural (EGEAC) subscreveram um abaixo-assinado – entregue esta quarta-feira à vereadora da Cultura -, onde contestam a concessão do teatro Maria Matos a privados.

No documento, os trabalhadores da empresa municipal consideram que “a recente decisão de atribuir este espaço a uma entidade privada com fins lucrativos, contraria a sua missão e desvaloriza o trabalho efetuado durante os anos de atividade enquanto teatro municipal”.

Relembram também os mais de dez anos de investimento público realizado “desde 2006, consistente e coerente para o espaço e para esta zona da cidade, envolvendo a capacitação de equipas qualificadas, a requalificação arquitetónica do edifício, o investimento em equipamentos técnicos e um contínuo trabalho de desenvolvimento de públicos”.

Por isso, defendem “a continuidade do Maria Matos Teatro Municipal enquanto instrumento de política cultural pública, revogando a intenção de concessão a privados. Exigem também a “garantia da manutenção de todos os postos de trabalho e respetivas competências funcionar”, bem como o “envolvimento dos trabalhadores em todo o processo de decisão que envolva o futuro” do teatro. 

Durante a apresentação do baixo-assinado contra a concessão a privados do teatro Maria Matos, esta segunda-feira na Assembleia Municipal de Lisboa (AML), foi confirmado que a vereadora Catarina Vaz Pinto iria prestar declarações à Comissão de Cultura da AML no dia 15 de fevereiro. 

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