Jornadas parlamentares do Bloco: “Crise e recessão, propostas para salvar a economia”

22 de outubro 2012 - 11:22

O grupo parlamentar do Bloco de Esquerda realiza as suas Jornadas Parlamentares no concelho de Lisboa, nos dias 22 e 23 de Outubro, com diversas visitas e reuniões de trabalho, sob o tema “Crise e recessão: propostas para salvar a economia”.

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Jornadas Parlamentares decorrem no concelho de Lisboa, nos dias 22 e 23 de Outubro

Nas vésperas da discussão do Orçamento de Estado para 2013, o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda organiza as suas jornadas parlamentares para discutir e apresentar propostas que respondam à crise social e à recessão, destino aparentemente inevitável a que está votado o país.

Segundo o Bloco, a proposta de Orçamento de Estado entregue pelo Governo “é a pior de que há memória: mais despedimentos, mais cortes na saúde e na educação, mais desemprego, mais precariedade, mais taxas moderadoras, corte nas reformas, corte nos passes escolares, corte no apoio social aos desempregados, num país onde metade dos desempregados já não recebe qualquer apoio social, corte no subsídio de doença, corte absolutamente cego em milhares de funcionários públicos, aumento brutal de impostos”.

Durante estas jornadas, os deputados e as deputadas reunirão com uma associação e um sindicato ligados às questões da precariedade laboral, na segunda-feira, e com a Comissão de Trabalhadores e sindicato do Metro de Lisboa, na manhã de terça-feira.

Na segunda-feira, às 21h30, no Hotel Florida, em Lisboa, terá lugar uma uma sessão pública sobre o tema da violência doméstica, aberta ao público. A sessão contará com os contributos da deputada bloquista Cecília Honório e de representantes das associações UMAR (Dra. Elizabete Brasil), da Associação Portuguesa de Mulheres Juristas e da APAV (Dr. João Lázaro).

Para o Bloco, é necessário refletir sobre este problema social e discutir soluções urgentes que travem o aumento destes fenómenos que afetam muitas famílias e as mulheres em particular. A comunicação social e as organizações feministas têm dado conta do aumento significativo em 2012, relativamente a 2011, do número de mulheres assassinadas pelo marido, companheiro ou ex-marido ou ex-companheiro.