Jornadas Parlamentares Algarve 2014

No encerramento das jornadas parlamentares do Bloco de Esquerda no Algarve, Pedro Filipe Soares apresentou um projeto de lei que pretende alterar o estatuto dos deputados para tornar obrigatório o regime de exclusividade dos eleitos no Parlamento.

João Semedo afirmou esta terça-feira temer que uma política de "contenção de custos" ponha em causa a boa resposta de Portugal nas últimas décadas ao problema da toxicodependência. O coordenador do Bloco criticou ainda o “paradoxo que o país vive no que que concerne à enfermagem: há falta de enfermeiros no SNS, no entanto há imensos enfermeiros no desemprego”.

Catarina Martins acusou esta segunda-feira o ex-ministro das Finanças Eduardo Catroga de "indecência" por se sentir "muito sacrificado" ao revelar na imprensa que perdeu dinheiro ao aceitar um cargo na EDP. A coordenadora do Bloco classificou o Tratado Orçamental de “batota sobre a democracia” e defendeu a necessidade do seu referendo.

O Grupo Parlamentar do Bloco acompanhou esta segunda-feira pescadores em Tavira, no Algarve, procurando com a iniciativa chamar a atenção para diversos problemas no setor e reiterar propostas legislativas.

No arranque das jornadas parlamentares, o Grupo Parlamentar bloquista visitou a Universidade do Algarve, tendo-se manifestando preocupado com os seus constrangimentos financeiros e “dificuldades de toda a ordem”, boa parte das quais, segundo Luís Fazenda, transversais às instituições de Ensino Superior por todo o país.

À margem das jornadas parlamentares do Bloco de Esquerda, que decorrem até terça no Algarve, João Semedo reclamou um aumento do salário mínimo de 485 para 545 euros. Segundo o coordenador do Bloco é uma medida “indispensável” para trazer maior justiça social para Portugal.

O grupo parlamentar do Bloco organiza as suas jornadas numa região com uma das maiores taxas de desemprego do país. Na agenda tem a situação económica e as respostas para libertar o país da austeridade.