Inicialmente o Governo grego do PASOK, queria construir um muro contra a entrada de imigrantes em 206 km da fronteira entre a Grécia e a Turquia. Depois de uma onda de críticas internacionais, o Governo grego reduziu o muro para 12,5 km com 3 metros de altura, na fronteira com a Turquia próximo do rio Evros e da cidade de Orestiada, na Grécia, e da cidade de Edirne, na Turquia.
O ministro grego responsável dos assuntos da imigração, Christos Papoutsis, afirmou que “o muro não traz problemas” e que será construído nos moldes do muro que separa os EUA do México.
Michele Cercone, porta-voz da comissária europeia da segurança, considerou que “os muros são medidas de curto prazo que não permitem atacar de forma estrutural a questão da imigração clandestina”.
A Amnistia Internacional criticou a União Europeia por permitir a construção do muro entre a Grécia e a Turquia. Wolfgang Grenz, da Amnistia Internacional, disse ao jornal alemão Frankfurter Rundschau que a União Europeia está a violar os seus próprios princípios sobre os direitos humanos.