O Bloco assinala, em comunicado, ilegalidades que se verificaram na construção da CRIL: “desrespeito pela Declaração de Impacto Ambiental, expropriações ilegais, demolições selvagens ou a incompreensível opção do por um traçado sinuoso e em zona urbana, para poupar os apetitosos terrenos da Quinta do Estado, na Falagueira”.
O Bloco (de Amadora e de Benfica) sublinha ainda que a CRIL deixa “marcas fundas na qualidade de vida da população e nos bairros que atravessa, porque passa rente a dezenas de casas e isola zonas urbanas consolidadas”, destacando os casos do “Muro da Vergonha entre Damaia e Santa Cruz ou a situação de Alfornelos, rodeada por auto-estradas”.
O Bloco de Esquerda critica ainda o Governo e as Câmaras da Amadora e de Lisboa, pela sua insensibilidade perante os protestos e as reivindicações das comissões de moradores.
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