Biografia

Artigos publicados no esquerda.net:

  • Os sucessivos governos alemães, tanto os presididos pelo chanceler Schröder como as coligações governadas pela Sra. Merkel, não seguiram as políticas de austeridade que estão a impor ao resto dos países da zona euro e muito em particular aos do sul.

  • A concentração dos rendimentos e da propriedade, resultado da aplicação das políticas neoliberais, está a empobrecer de uma maneira muito marcada as instituições chamadas democráticas, até o ponto de as anular.

  • A postura do novo Papa, que procura enfatizar o compromisso com os pobres, entra em contradição com a sua própria biografia, de oposição às forças que tentaram romper com a pobreza.

  • Agora querem fazer-nos acreditar que o envelhecimento da população leva ao desastre. Esquecem o crescimento da produtividade: nos sistemas públicos de pensões financiados por contribuições sociais, o que um trabalhador produzir irá em crescimento, criando maior riqueza, e com isso gerando maiores recursos.

  • A crítica da dirigente da Juventude Socialista espanhola ao acomodamento ao poder dos partidos da Internacional Socialista é de saudar. Mas a situação é muito pior do que diz a jovem.

  • Este artigo critica os filmes feitos recentemente sobre a luta antiterrorista, devido à falta de sensibilidade demonstrada face aos Direitos Humanos. Texto de Vicenç Navarro publicado na revista digital SISTEMA, a 1 de Fevereiro de 2013.

  • Os governos europeus estão a aplicar as políticas que defende o Partido Republicano norte-americano, controlado pela ultradireita, o Tea Party. Basicamente, a recuperação da economia através da diminuição do défice público, com base em cortes da despesa pública.

  • A solução para esta recessão é extraordinariamente fácil de desenhar, se o conhecimento científico fosse o que motivara as decisões políticas. De novo, toda a evidência científica credível existente assinala que a concentração dos rendimentos está a dificultar a resolução da crise.

  • As políticas de austeridade, cujo primeiro objetivo era forçar o pagamento aos bancos alemães do que estes tinham emprestado aos países periféricos, estavam também a criar um problema às exportações alemãs. Foi devido a este dilema que Draghi decidiu comprar dívida pública.

  • A euforia criada em torno da última decisão do BCE, de aceitar a compra de bónus públicos a curto prazo nos mercados secundários, não tem fundamento. A menos que acabe a austeridade, sendo substituída por políticas expansivas, a zona euro não sairá do buraco em que se encontra.

  • A experiência de gestão empresarial não é a melhor garantia de que alguém saberá administrar melhor o público. Porque o objetivo de uma entidade pública não é ganhar dinheiro mas sim servir a cidadania, o que é muito diferente.

  • A informação que está a ser propagada sobre o Banco Central Europeu não corresponde à realidade. Leia estes seis esclarecimentos para compreender corretamente a natureza dessa instituição e os interesses que defende.

  • Era fácil ver que haveria uma crise muito grave. Na realidade, alguns de nós previmo-la. A enorme irresponsabilidade dos dirigentes do Banco de Espanha foi ignorar as vozes críticas dos que estavam a alertar para este problema.

  • O objetivo dos cortes orçamentais anunciados pelo governo Rajoy tem pouco a ver com recuperar a economia espanhola, mas sim com o pagamento da dívida, com altos juros, aos bancos europeus, incluindo aos alemães.

  • A crise bancária dos países periféricos (Espanha, Grécia, Portugal e Irlanda) está a correr muito bem para a banca alemã, pois há um fluxo de capitais destes países, que fogem da crise para o centro e muito em particular para a Alemanha. E os dados falam por si. Por Vicenç Navarro