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Joana Mortágua

Deputada e dirigente do Bloco de Esquerda, licenciada em relações internacionais.

Artigos do Autor(a)

24 de Junho, 2017 - 19:01h

O anterior Governo liberalizou o eucaliptal e o atual não mudou grande coisa. Faltou coragem para enfrentar interesses, lucros e lóbis.

14 de Junho, 2017 - 20:57h

Por mais extraordinárias que sejam as histórias, nunca conseguirei dissociar o seu protagonista, Alípio-mito, Alípio-herói, do homem que fazia feijoadas na rua de Beja.

8 de Junho, 2017 - 10:00h

A esquerda de que faço parte nunca foi ambígua sobre a condenação de regimes que oprimem o povo e sufocam a democracia. Isso vale para Angola e para o regime venezuelano.

4 de Junho, 2017 - 16:08h

Europa de Merkel não traz oportunidades, arrasta perigos. Quando o mundo está numa escalada armamentista e os conflitos se agudizam, a Europa alemã cheira a exército europeu. A Europa alemã soa a austeridade.

27 de Maio, 2017 - 16:16h

Grande novidade, Michel Temer é um bandido. Enquanto Dilma continua a ser a única sem acusações, ele e outros golpistas foram acusados de corrupção, organização criminosa e obstrução à justiça por tentarem impedir a Operação Lava Jato.

18 de Maio, 2017 - 22:32h

Há milhares de professores contratados que agora perguntam, e com razão, se ficaram apeados do comboio da regularização de precários do Estado.

12 de Maio, 2017 - 16:04h

Macron ignora que foi eleito pelo medo e despreza os 20% dos eleitores que votaram em Mélenchon.

3 de Maio, 2017 - 22:57h

É um erro achar que uma sociedade democrática pode conviver pacificamente com tão elevados riscos de exclusão social, económica e política a que está sujeita uma cada vez maior fatia da população.

25 de Abril, 2017 - 11:48h

“Tenho orgulho de pertencer a uma geração que luta em liberdade. Tivesse isso chegado para não nos mandarem emigrar, para não nos sacrificarem o futuro no altar da austeridade”, afirmou Joana Mortágua no discurso na sessão solene do 25 de Abril na Assembleia da República.

7 de Março, 2017 - 00:40h

Na casa de horrores em que se transformou a Câmara dos Deputados do Brasil, talvez a maior brecha de humanidade tenha sido aberta pelo ato de Jean Wyllys que, ao cuspir na direção do seu opressor, recusou renunciar à sua dignidade.

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