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Joana Mortágua

Deputada e dirigente do Bloco de Esquerda, licenciada em relações internacionais.

Artigos do Autor(a)

19 de Agosto, 2017 - 12:22h

A Lei que permite o acesso das secretas a metadados de comunicações e internet trata todos os cidadãos como suspeitos. Ao contrário do que disse o Presidente da República, é inconstitucional e não reúne “consenso jurídico”.

11 de Agosto, 2017 - 21:59h

A lei diz ao imigrante que vá ao SEF pedir um favorzinho que acaba por ser decidido ao critério do inspetor ou do diretor para quem for despachado o processo.

6 de Agosto, 2017 - 01:45h

Longe de contribuírem para qualquer melhoria no sucesso educativo, os rankings têm como única função estigmatizar as últimas escolas e criar uma corrida às primeiras.

22 de Julho, 2017 - 11:00h

Numa sentença cheia de referências políticas, hesitações e defensivas, faltaram as provas. Não é um pormenor quando se condena alguém a nove anos e meio de prisão.

14 de Julho, 2017 - 10:03h

A esquerda de que faço parte nunca foi ambígua sobre a condenação de regimes que oprimem o povo e sufocam a democracia. Isso vale para Angola e para o regime venezuelano. Artigo de Joana Mortágua

12 de Julho, 2017 - 23:44h

Como todos os tabus com que não temos estômago para lidar coletivamente, o racismo institucional não é público o suficiente para que seja assumido como problema social. Mas existe.

7 de Julho, 2017 - 23:44h

Há cem anos que as principais fortunas do país sobrevivem à custa do privilégio e da proteção do Estado. O livre mercado é o melhor discurso, mas só na altura de privatizar.

30 de Junho, 2017 - 14:29h

Olhemos pelo ângulo que olhemos, o sucesso de Corbyn baseia-se num discurso antielites e de justiça social que atrai os mais jovens porque não lhes atira areia para os olhos: o mercado falhou-lhes.

24 de Junho, 2017 - 19:01h

O anterior Governo liberalizou o eucaliptal e o atual não mudou grande coisa. Faltou coragem para enfrentar interesses, lucros e lóbis.

14 de Junho, 2017 - 20:57h

Por mais extraordinárias que sejam as histórias, nunca conseguirei dissociar o seu protagonista, Alípio-mito, Alípio-herói, do homem que fazia feijoadas na rua de Beja.

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