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Francisco Louçã

Professor universitário. Ativista do Bloco de Esquerda.

Artigos do Autor(a)

18 de Agosto, 2017 - 21:16h

Estamos agora pior do que em 2007: quando nos aproximarmos da próxima crise, teremos mais desemprego, menores proteções sociais e juro tão baixo que há pouca margem para soluções de emergência.

15 de Agosto, 2017 - 17:54h

Os sucessivos episódios em torno da decisão judicial quanto à candidatura de Isaltino de Morais são um tristíssimo folhetim de verão mas também mais uma chicotada de degradação da justiça.

7 de Agosto, 2017 - 09:31h

Vai-me perdoar que lhe conte um segredo. E que lhe apresente queixa de como isto está difícil, nunca mais há resultados, prometeram muito e não acontece nada. É que eu apanho o 727 para ir para o trabalho e é sempre uma aventura.

4 de Agosto, 2017 - 11:23h

Como escreve Umberto Eco sobre Corto, o facto é que foi Hugo Pratt quem marcou a imaginação que trespassa as fronteiras do espaço e da imaginação. Por Francisco Louçã

2 de Agosto, 2017 - 21:16h

A chave da política portuguesa dos últimos dois anos está precisamente aqui, não há surpresas, não há inquietações maiores, não há desespero.

17 de Julho, 2017 - 23:10h

Ele é o homem de que a Europa precisa, ele é o homem da parceria com a Alemanha, ele é o homem das soluções. Será mesmo?

5 de Julho, 2017 - 22:50h

O governo atuou rapidamente em Pedrógão para corrigir a flagrante impreparação e descoordenação da frente de combate nas horas iniciais. Foi na política que tropeçou.

3 de Julho, 2017 - 10:34h

Assistir ao espetáculo de um adulto a comportar-se como um garoto cria uma certa vergonha alheia. Quando se trata de um debate importante para a comunidade, essa vergonha alheia transforma-se em pena. Tenho por isso pena do Dr. José Manuel Fernandes.

29 de Junho, 2017 - 10:34h

Sebastián prossegue a melhor tradição ibérica de reportagem anónima e, se nos perguntarem , já sabem a resposta, ninguém nos dá lições.

26 de Junho, 2017 - 22:45h

Estamos em rescaldo do incêndio, depois de 64 mortos e muitos feridos, 150 famílias desalojadas e 46 mil hectares ardidos. O drama é demasiado e não se pode fechar os olhos. Já chegou a hora da política.

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